terça-feira, 28 de março de 2017

Deputado estadual Miro Sanova vai disputar reeleição

O blog entrou em contato com  Miro Sanova para saber se ele ia ser candidato a deputado federal, conforme informações que chegou aqui na redação. O deputado informou ao blog que é candidato a  reeleição para ALEPA.

Vereadores de Ananindeua exigem respeito à população por parte dos agentes de trânsito


Na sessão de hoje (28/03) da Câmara de vereadores de Ananindeua (CMA) transmitida ao vivo pelo Facebook da casa (assista aqui), os vereadores debateram a questão do agente de trânsito que foi afastado da sua função por cometer ato arbitrário em uma Blitz, contra uma empresária.  Leia mais.... Os Vereadores cobraram do Sr. Zezinho Lima secretário do Semutran, que abra um processo do PAD (Procedimento administrativo), para apurar a conduta do servidor público. 

Na atual gestão do vereador Dr. Daniel Santos, as sessões da CMA são transmitidas ao vivo via Facebook, é importante a população acompanhar os debates para cobrar, propor e fiscalizar a ação do legislativo e do executivo. Acesse aqui a página do Facebook da Câmara de Ananindeua

Acompanhe agora ao vivo a sessão da Câmara de Ananindeua


Acesse aqui o link e assista ao vivo a sessão desta terça-feira (28/03)

segunda-feira, 27 de março de 2017

Jornalista Eduardo Reina lança livro em Belém Sobre história de bebês sequestrados na ditadura




Por Kid Reis

O jornalista paulista Eduardo Reina (foto) lançará nesta sexta-feira, 31 de março, no auditório da Coordenadoria de Capacitação e Desenvolvimento da Universidade Federal do Pará (CAPACIT-UFPA), Campus Guamá, em Belém,  no Estado do Pará, partir das 9 horas, o Livro "Depois da Rua Tutoia", que aborda a violência praticada pelos governos militares contra mulheres grávidas que foram presas durante a
ditadura e que tiveram os seus bebês arrancados do ventre ou do convívio com a família por agentes da repressão e entregues a pais adotivos.  O livro envolve personagens reais e de ficção sobre golpe militar de 1964, que completa 53 anos no final deste mês, e as consequências para as vítimas e suas famílias, algumas ligadas ao Estado do Pará.

Além do lançamento, haverá um debate com a participação de representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Pará, da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Pará, da Comissão Estadual da Verdade do Estado do Pará e do Instituto Paulo Fonteles de Direitos Humanos, além da presença de professores e discentes das áreas de Ciências Sociais, Psicologia, Sociologia, História, Direito e Comunicação da instituição federal de ensino. A mediadora do debate será a professora doutora Rosaly Brito, da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal do Pará.

A história desenvolvida pelo jornalista mostra o que aconteceu com a militante presa política que teve uma filha dentro do cárcere. É o desenrolar das vidas dos personagens, entre a realidade e ficção, depois da prisão no prédio do DOI-CODI, na Rua Tutoia, quando a bebê foi arrancada da mãe e entregue a um poderoso e influente empresário paulista, que comandava um grupo financiador de movimentos de repressão, principalmente os clandestinos. Reina cita, no livro, dados com profunda ligação com o Estado do Pará.

Segundo ele,  é a história de Lia Cecília da Silva Martins, nascida em 1974 na região Sul do Pará, palco da guerrilha do Araguaia.  Filha de Antônio Teodoro de Castro, o Raul. Ela foi deixada ainda bebê por um delegado e um soldado do Exército para o Lar de Maria, em Belém, em junho de 1974. Instituição essa criada por um sargento da Aeronáutica. Lia foi adotada tempos depois por um casal que frequentava o Lar de Maria. Acabou registrada com a ajuda de amigos em cartório na cidade de Bragança. Só descobriu sua verdadeira história em 2009, quando viu uma foto numa matéria de jornal e se achou extremamente parecida com as pessoas. Essas pessoas eram filhos de Antônio Teodoro de Castro, o Raul, desaparecido desde 1973. Feito o exame de DNA ficou comprovado que ela pertence à família de Castro.

Outro caso, que não está no livro, porém com ligação com a capital paraense, já fruto das novas pesquisas do jornalista, é o de Rosângela Serra Paraná, criada por uma família de militares no Rio de Janeiro.  O tio-avô dela era tenente coronel do Exército, Manoel Hemetério de Oliveira Paraná, que foi diretor do Hospital Geral de Belém de 1961 a 1963. No livro “Depois da Rua Tutoia”, os personagens são baseados em histórias reais de pessoas que viveram, lutaram contra, sofreram ou apoiaram a repressão nos anos de chumbo. São as histórias de Margareth e José Eugênio, Theóphilo e Cláudia Prócula, e principalmente de Verônica, personagens centrais no livro.

Reina indaga por que depois de 53 anos passados do golpe militar de 1964, o Brasil não investigou esta realidade, como na Argentina, onde são registrados cerca de 500 casos e 149 estão solucionados? Havia maternidades clandestinas, como nos países do Cone Sul, durante os anos de chumbo? Ocorreram quantos casos de bebês roubados de mães que lutaram contra a ditadura e entregues a empresários que financiaram o regime de exceção? E qual a razão de não ter havido investigação sobre esse doloroso tema da história brasileira?

Segundo Reina, estas perguntas ainda estão sem resposta na história no Brasil. “Nenhum governo civil, após os chamados anos de chumbo, ousou investigar o sequestro de bebês. Trata-se de uma questão ainda não resolvida da ditadura brasileira e na memória do país, principalmente quando o regime democrático, o Estado de Direito e inúmeras conquistas sociais estão ameaçadas por um golpe parlamentar, midiático e jurídico. Lançar o livro na região Norte, na Universidade Federal do Pará, no curso de Comunicação e na capital paraense é um estímulo para continuar as minhas pesquisas sobre esta violência institucional que precisa ser esclarecida na história e na memória brasileira”, finaliza Eduardo Reina.




Servidores do estado vão paralisar no dia 31/03 (sexta)




Via site do Stafpa

Convocamos os  servidores da EMATER, ADEPARÁ, ITERPA, CEASA E SEDAP.

O governo Jatene (PSDB) vem impondo um arrocho salarial aos servidores públicos do Estado Pará, são quase dois anos sem reajuste salarial e este ano já sinalizou que também não vai dar reajuste, os servidores não suportam mais essa situação. O governo ” joga nas costas” dos servidores a responsabilidade da crise e a sua incompetência pela má administração dos recursos públicos. A PARALISAÇÃO do  dia 31/03 é um aviso ao governo de que não vamos aceitar mais um ano sem reajuste salarial ou atende a PAUTA GERAL que foi apresentada ao Governo ou vai ter GREVE GERAL.

PAUTA GERAL:
1.      Reajuste salarial de 20%;
2.      Reajuste de R$ 200,00 no auxilio alimentação para todas as categorias;
3.      Reposição das perdas históricas em 60%;
4.      Suspenção dos PSS´s;
5.      Aprovação de novos PCCr´s;
6.      Incorporação do abono do nível médio;
7.      Concurso Público.

No dia da PARALISAÇÃO o STAFPA e outras entidades sindicais farão um ATO em frente à SEAD para cobrar do governo a abertura da mesa de negociação da Campanha Salarial 2017. Por isso vamos sair de casa direto para a sede da SEAD (Secretaria de administração).
Trav. do Chaco com Almirante Barroso
Ás 08:00