terça-feira, 2 de setembro de 2014

Entrevista com O Vereador Cleber Rabelo (PSTU)



 Nesta entrevista O vereador Cleber Rabelo (PSTU) fala sobre a luta dos trabalhadores da Construção Civil para conseguir uma Cesta Básica, e sobre política sindical

Pesquisa Eleitoral do Edir Veiga: governo, senado e deputados (as)

O blog Bilhete do Dr Edir Veiga  divulga pesquisa feita na Região Metropolitana de Belém:

Confira

A pesquisa foi feita de 28 a 30 de agosto na região metropolitana de Belém com 1110 entrevistados e margem de erro de 3% com intervalo de confiança de 95%.

Registro TSE/PA 00014/2014

Registro TRE- 00015/2014


Intensão de voto para Governador – Espontâneo
Elton Braga
0.4%
Helder Barbalho
30.3%
Marco Antônio
0.5%
Marco Carrera
3.3%
Simão Jatene
22.1%
Zé Carlos
0.8%
Branco/Nulo
5.9%
Não sabe / Não opinou
36.8%
Fonte: I Veiga
Registro TER/PA 00015/2014 para Governador


Intensão de voto para Governador – Estimulado
Helder
37,7%
Jatene
26,6
Marcos Carrera
4%
Zé Carlos
1,4%
Elton Braga
0,5%
Marcos Antônio
0,5%
Branco / Nulos
7,9%
Não sabe / Não opinou
21,5%
Fonte: I Veiga
Registro TER/PA 00015/2014 para Governador


Rejeição para Governador  – Estimulado
Elton Braga
8.4%
Helder Barbalho
24.6%
Marco Antônio
3.7%
Marco Carrera
4.4%
Simão Jatene
28.6%
Zé Carlos
5.2%
Não sabe / Não opinou
25.1%
Total
100.0%
Fonte: I Veiga
Registro TER/PA 00015/2014 para Governador


Intensão de voto para Presidente – Espontâneo
Aécio Neves
8.6%
Dilma
34.2%
Eymael
0.2%
Levy Fidelix
0.5%
Luciana Genro
1.0%
Marina Silva
37.0%
Mauro Iasi
0.1%
Pastor Everaldo
0.4%
Rui Costa Pimenta
0.1%
Zé Maria
0.5%
Branco/Nulo
2.4%
Não sabe / Não opinou
15.1%
Total
100.0%
Fonte: I Veiga
Registro TER/PA 00014/2014 para Presidente


Intensão de voto para Presidente – Estimulado
Marina 40,5%
Dilma 37,%
Aécio Neves 8,8%
Pastor Everaldo 0,5%
Zé Maria 0,5%
Luciana Genro 0,4%
Branco / Nulos 2,3%
Não sabe / Não opinou 10,2%
Fonte: I Veiga
Registro TER/PA 00014/2014 para Presidente


Intensão de voto para Senador – Estimulado
Ângela Azevedo
0.2%
Eliezer Barros
0.4%
Duciomar Costa
6.0%
Helenilson Pontes
2.5%
Jefferson Lima
27.6%
Mário Couto
7.4%
Paulo Rocha
15.7%
Pedrinho Maia
0.1%
Professor Simão
0.3%
Renato Rolim
0.3%
Branco/Nulo
6.2%
Não sabe / Não opinou
33.4%
Total
100.0%
Fonte: I Veiga
Registro TER/PA 00015/2014



Intensão de voto para Deputado Estadual – Espontâneo
Nilce
1.1%
Junior
0.9%
Eliel Faustino
1.7%
Rui Begot
1.6%
Soldado Tercio
0.3%
Martinho Carmona
0.6%
Adelson Fernandes
0.1%
Ademar
1.0%
Ursula Vidal
0.2%
Miro Sanova
0.1%
Chicão
0.5%
Cassio Andrade
1.4%
Coronel Niel
4.1%
Everaldo
0.1%
Dr Chiquinho
0.3%
Bruce
0.1%
Sandra
0.1%
Divino
1.0%
Raimundo Santos
0.4%
Zé Begot
0.8%
Gildo
0.3%
Rildo Pessoa
0.2%
Bruno e Trio
0.4%
Cilene Couto
0.3%
Prof Elias
0.5%
Marinor Brito
0.6%
Gordo de Marituba
0.4%
Regina Barata
0.3%
Zé Francisco
0.9%
Ademir Pombo
0.2%
Thiago Araujo
0.3%
Fabio Paixão
0.2%
Raimundo Parque
0.1%
Dr Fonseca
0.3%
Dr Wanderlan
0.4%
Sidney Rosa
0.2%
Celso Sabino
0.6%
Marquinho
0.1%
Ricardo Barreto
0.1%
Marcão Lemos
0.1%
Wilson Mourão
0.1%
Roberto Rocha
0.2%
Fernando Coimbra
0.1%
Dr Mauro Maues
0.1%
Bordalo
0.4%
Scaff
0.5%
Nino Martelinho de Ouro
0.2%
Mazinho Salomão
0.2%
Nilton Neves
1.1%
Azul
0.1%
Irmão da Silva
0.1%
Fernando Carneiro
0.1%
João Santiago
0.2%
Olival Marques
0.1%
Milton Campos
0.1%
Igor Normando
0.1%
J Pina
0.2%
Ana Cunha
0.7%
Catarino
0.1%
Luzineide Faria
0.4%
Branco/Nulo
2.9%
Não sabe / Não opinou
69.8%
Total
100.0%
Fonte: I Veiga
Registro TER/PA 00015/2014


Intensão de voto para Deputado Federal – Espontâneo
Eder Mauro
10.6%
Ademir Andrade
1.6%
Bruna Lorrane
0.2%
Marquinho
0.1%
Nelio Aguiar
0.3%
Ana Julia
0.8%
Arnaldo Jordy
0.9%
Nilson Pinto
1.4%
Priante
1.4%
Zé Geraldo
0.5%
Joaquim Campos
0.9%
Elcione
0.3%
Edmilson Rodrigues
4.2%
Wladymir Costa
5.7%
Pastor Raul Batista
1.3%
Magela Paranoia
0.3%
Gerson Peres
0.2%
Zeca Pirão
0.4%
Jorge Panzera
0.4%
Joaquim Passarinho
0.5%
Puty
0.7%
Nicias Ribeiro
0.1%
Antonio Armando Jr
0.1%
Josue Bengost
0.3%
Silvia Leticia
0.1%
Beto Faro
0.5%
Lucio Vale
0.1%
Branco/Nulo
2.8%
Não sabe / Não opinou
63.6%
Total
100.0%
Fonte: I Veiga
Registro TER/PA 00015/2014

Operários da Construção Civil vão paralisar a cidade nessa quinta-feira

Unidos em toda a área metropolitana, operários da construção civil podem conquistar cesta básica


Unidos em toda a área metropolitana, operários da construção civil podem conquistar cesta básica
Apenas R$ 30,00 a título de cesta básica, por mês. O valor, oferecido pelos empresários da construção civil de Belém, está longe da proposta defendida pelos operários que, de forma mais intensa, lutam há quatro anos por esse benefício e exigem os R$ 150,00. No atual estágio das negociações, além da proposta de cesta básica, os empresários incluíram um reajuste de apenas 6,5% nos salários dos trabalhadores e trabalhadoras da obra,
“Apesar de uma proposta ainda muito rebaixada, recebemos como uma sinalização muito positiva o fato de, pela primeira vez, eles apresentarem uma proposta de cesta básica. Estamos com uma assembleia decisiva da categoria, convocada para as 10h, dessa quinta-feira, na sede do nosso sindicato (Av. 09 de Janeiro, entre Magalhães e José Malcher) . Até lá vamos insistir na negociação e faremos todos os esforços pra chegarmos a um acordo, mas só R$ 30,00 não tem nenhuma condição e muito menos um acordo que também não apresente aumento real no nosso salário”, enfatiza Francisco de Jesus, o Zé Gotinha, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Belém.

Como desdobramento da última conversa ocorrida entre os representantes dos trabalhadores e dos empresários, e os três sindicatos dos operários, da região metropolitana de nossa capital (Belém, Ananindeua e Marituba), que passaram o final de semana se articulando, juntamente com dezenas de trabalhadores e trabalhadoras das obras que compõem a comissão de negociação, foi apresentada nessa segunda-feira  uma contraproposta ao SINDUSCON-PA (Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará). de: Reajuste de 12% para todas as faixas e Cesta Básica de R$ 110,00
O objetivo é apostar no avanço das negociações antes da grande assembleia que realizarão unificando os trabalhadores desses municípios.
Como vem ocorrendo nos últimos quatro anos, no último dia 21, cerca de dois mil operários marcharam pelas ruas de Belém, após aprovarem em assembleia geral que se não conquistarem a cesta básica entrariam em greve, levantando, além da luta por esse benefício, a exigência de aumento real nos salários, a reserva de 15% das vagas nos canteiros para as mulheres, bem como a qualificação e classificação profissional das mesmas, o plano de saúde, entre outras pautas.
Parece que a mesma disposição e força dos operários da construção para deflagrarem mais uma greve também agora se expressa na disposição de evoluírem rumo a um acordo com os empresários. A distância entre eles está, principalmente, no índice de reajuste para os salários, no valor da cesta básica e nos temas referentes as condições e direitos da mulher trabalhadora. Até o próximo dia 4 tudo está em aberto, tudo está em movimento, e tudo pode acontecer.
 Fotos Rui Baiano Santana

domingo, 31 de agosto de 2014

Empate técnico de Dilma e Marina na Região Metropolitana de Belém e Aécio caindo pelas tabelas

 
 
Via site da Doxa Comunicação
 
ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM:

MARINA EMPATA COM DILMA NA CORRIDA PRESIDENCIAL


A disputa para a presidência da República na Região Metropolitana de Belém (RMB) está tecnicamente empatada entre a candidata do PT, Dilma Roussef e Marina Silva, do PSB. De acordo com a pesquisa da Doxa, se a eleição fosse hoje, Marina Silva teria 37,2% das intenções de voto contra 35,9% da atual presidente, Dilma. Aécio Neves, do PSDB teria 16,5%; pastor Everaldo obteria 1,2%; enquanto que os demais candidatos pontuam abaixo de 1%. Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, a candidata do PT ganharia do tucano com 46,8% das intenções de voto contra 34,3%. Já num possível segundo turno entre Dilma e Marina, a candidata do PSB ganharia de Dilma com 48,0% das intenções de voto contra 39,4% de Dilma.
Serviço:
A pesquisa foi registrada no T.R.E sob o número PA-0005/2014.

Foram entrevistados 1.200 eleitores, a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos do resultado final. Intervalo de confiança é de 95%. 

Pesquisa Ibope aponta empate entre Helder Barbalho (PMDB) e Simão Jatene (PSDB) no Pará. Para o Senado, Paulo Rocha (PT) lidera



 
Helder BarbalhoSimão Jatene
 
Via Blog do Zedudu
 
Na corrida eleitoral pelo governo do Pará, os candidatos Helder Barbalho (PMDB) e Simão Jatene (PSDB), que disputa a reeleição, estão empatados, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope neste sábado (30). Os dois marcam 40% das intenções de voto cada. Em seguida, aparecem os candidatos Zé Carlos (PV) e Marcos Carrera (PSOL), com 2% cada. Elton Braga (PRTB) e Marco Antônio (PCB) têm 1% cada.
Em pesquisa anterior, divulgada em 16 de agosto, Helder aparecia com 38%, e Jatene com 37% das intenções de voto.
O Ibope ouviu 812 eleitores em 43 municípios do Estado entre 24 e 27 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada sob o número BR- 00459/2014 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Senado
A mesma pesquisa aponta que Paulo Rocha (PT) tem 23% das intenções de voto para o Senado no Pará. Mario Couto (PSDB), tem 17%. Jefferson Lima (PP), tem 13%. Duciomar Costa (PTB), tem 7%. Helenilson Pontes (PSD), Ângela Azevedo (PSTU), Professor Simão (PV), Marcela Tolentino (SD), Renato Rolim (PCB), Pedrinho Maia (PSOL) e Eliezer Barros (PRTB) somam, juntos, 4%. Brancos e nulos – 8% e não sabe ou não respondeu – 21%.

Delegado Éder Mauro e Edmilson Rodrigues lideram pesquisa para Deputado Federal



Via site do Instituto de pesquisa  Doxa
 
O delegado Eder Mauro (PSD), candidato a deputado federal, desponta como o novo fenômeno de voto nas eleições 2014. É o que indica a pesquisa da Doxa realizada na Região Metropolitana de Belém. A pergunta foi aplicada de forma espontânea em que não se apresenta nenhum nome aos entrevistados. Eder Mauro se destaca em primeiro lugar com 16,5% das intenções de voto, o segundo colocado é o deputado estadual Edmilson Rodrigues (PSOL) com 9,4%; a deputada federal Elcione Barbalho (PMDB) aparece em terceiro lugar com 5,1%. Wladimir Costa (SDD) é o quarto colocado, e a ex-governadora, Ana Júlia (PT) ficou na quinta posição. O percentual de quem ainda não tem candidato ultrapassa os 43%.

 

sábado, 30 de agosto de 2014

OLÍVIO DUTRA: PT SE ACOMODOU EM TER PODER E CARGO

Via blog Evidentemente do Jornalista Jadson Oliveira
Ex-governador, Dutra disputa uma eleição após oito anos (Foto: Emilio Pedroso/UPPRS)
Candidato ao Senado pelo RS pede união de partidos de esquerda e diz que irá lutar por reformas profundas. Leia a entrevista com o ex-governador:

“Há necessidade de um bom debate sobre a reforma política, que eu não tenho ilusão que será do Congresso. Espero que o povo possa dar uma boa renovada, mesmo assim acho que não podemos nos iludir que seja uma reforma de lá para cá. Tem que ser uma de baixo para cima”.

Por Piero Locatelli — de Porto Alegre, no sítio web da revista Carta Capital, de 29/08/2014 (recomendada pelo velho companheiro Geraldo Guedes, advogado em Brumado-Bahia)


O ex-governador do Rio Grande do Sul Olívio Dutra (PT) disputa uma nova eleição após oito anos. Uma das vozes mais críticas dentro do PT, Olívio tem como principais rivais o ex-apresentador da RBS Lasier Martins (PDT) e Pedro Simon (PMDB), que entrou na disputa após Beto Albuquerque (PSB) tornar-se vice de Marina Silva na disputa à Presidência.

As principais plataformas de Olívio na disputa são a reforma fiscal, agrária, urbana e política, nenhuma delas concretizada pelo governo do seu partido nos últimos doze anos. Olívio disse que deve fazer o debate interno no PT e que não busca “conforto” em seu mandato. Segundo ele, o PT se acomodou, e agora deve buscar a união com partidos de esquerda.

Nesta semana, CartaCapital publicou entrevista com os candidatos ao governo do Sul Ana Amélia e Tarso Genro, além do candidato ao Senado Lasier Martins.

Leia abaixo trechos da entrevista com o candidato:

CartaCapital: Sua última eleição foi em 2006, quando foi derrotado pela Yeda Crusius (PSDB) na disputa ao governo estadual. O que o senhor fez neste período?

Olívio Dutra: Nunca parei de militar por um projeto coletivo. É um projeto do PT no que ele tem fundante, como um partido que não nasceu de cima para baixo, dos gabinetes. Tenho um compromisso com esse partido socialista e democrático, que não tem uma direção que impõe políticas. Nada é definitivo, por isso sempre estou militando, aprendendo e transmitindo as experiências que tive. Foi isto que fiz neste período, ocupado pela militância.

CC: O senhor acha que a militância vai além da disputa de cargos, então por que voltar à institucionalidade? Por que o senhor se tornou candidato?

OD: Porque a institucionalidade também é um espaço de disputa de projetos. Tinha um companheiro, o Adão Preto, filho de pequenos agricultores sem terra que foi eleito deputado estadual e umas três vezes federal. Ele nunca abdicou da sua relação com os movimentos sociais, especialmente os sem terras e os pequenos agricultores. Ele sempre é um exemplo para mim da ponte entre a institucionalidade e a não institucionalidade. A não institucionalidade é um espaço aberto onde o povo se organiza e não tem que submeter ou ser cooptado para dentro da máquina do Estado. No entanto, os movimentos sociais disputam espaço maior para seus projetos na institucionalidade.

Ele sempre dizia “um pé na luta e outro no parlamento”. Lá dentro, o espaço para nós, para os movimentos sociais, é um espaço minado pelos que compõe maioria na institucionalidade, onde predomina o poder econômico. No Senado, eu aceitei essa condição, não postulei, não reivindiquei, não queria ser. E agora eu sou de corpo inteiro, de corpo e alma nessa campanha.

(...)


CC: Uma particularidade da eleição no Rio Grande do Sul é que dois candidatos são ex-comentaristas da RBS. Ao que o senhor atribuiu esse fato no Estado?

OD: Acho que temos um problema sério no país para a consolidação da democracia, essa questão é a falta de um marco regulatório das empresas de mídia. Não estamos falando da liberdade de imprensa e expressão, mas de como se montam grupos que monopolizam regionalmente a produção da notícia. A Constituição tem de funcionar. E ela não é favorável a essa formação de monopólios que existem nesse país. Mas não é só aqui. O Congresso está cheio de gente originária dessa mina que é a grande mídia. Chegamos a ter presidentes da República donos de repetidoras da Globo. Vai ver em outros locais, está cheio de gente umbilicalmente ligado a essa visão monopolista da produção da notícia, onde a notícia é um produto que eles embalam de acordo com seu interesse. E o pior é que eles disfarçam a sua visão ideológica partidária, são eles que municiam a centro direita contra qualquer processo que consolide a democracia para ela ser efetivamente vivida pela população e não uma democracia embutida segundo o interesse dos mais poderosos.