terça-feira, 29 de setembro de 2026

Nesta terça! Pesquisas eleitorais e a disputa na última semana do pleito no Amapá


Para discutir esse tema, o Jornal Digital AnanindeuaDebates recebe:

Jucicleber Castro — professor e engenheiro.

Marcelo Bahia — cientista político.

Job Miranda — pedagogo.

Terça-feira (29), às 20h.

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Comício de Lula: polêmica sobre candidaturas ao Senado deixa Hana em segundo plano


Ontem (28), o presidente Lula realizou um comício em Belém. Nos bastidores, porém, havia uma polêmica em torno das candidaturas ao Senado. Petistas defendiam que o vermelho não fosse ofuscado pelo azul do MDB. A militância, então, compareceu ao comício vestida predominantemente de vermelho.

A campanha da candidata ao governo tentou destacar a presença de Lula com uma camisa azul, mas, no evento, o vermelho acabou predominando entre a militância.

No palanque, Lula defendeu as bandeiras de seu governo e da campanha. O que chamou atenção, porém, foi a forma como o presidente colocou as candidaturas ao Senado no centro do discurso.

Lula cobrou das coordenações políticas dos dois candidatos ao governo uma posição sobre a disputa pelo Senado e defendeu a escolha do candidato mais viável eleitoralmente.

A fala acabou deslocando a candidatura de Hana Ghassan para segundo plano. A militância de esquerda vem criticando a campanha da candidata ao governo por esconder Lula.

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

SINTEPP DENUNCIA AMEAÇAS DE MORTE CONTRA LÍVIA DUARTE E COBRA PROTEÇÃO À DEPUTADA


Via  Info Revolução por  Por Douglas Diniz - Repórter Sem Fronteiras (RSF) — A professora Silvia Letícia, integrante da Coordenação do SINTEPP e ex-vereadora de Belém, manifestou preocupação com as ameaças de morte relatadas pela deputada estadual Lívia Duarte (PSOL), candidata à reeleição no Pará, e defendeu medidas para garantir a segurança da parlamentar e o livre exercício de seu mandato.

“Estamos preocupados com a segurança da deputada, que está sendo obrigada a andar com escolta armada 24 horas por dia”, afirmou Silvia Letícia.

A candidatura de Lívia Duarte à reeleição para deputada estadual pelo PSOL consta como deferida para as eleições de 2026.

Para Silvia Letícia, as ameaças devem ser tratadas com seriedade pelas autoridades. A dirigente sindical relacionou a preocupação ao histórico de violência política no Pará e lembrou os assassinatos de Paulo Fonteles, em 1987, e João Carlos Batista, em 1988, ambos advogados ligados às lutas de trabalhadores rurais e à defesa da reforma agrária. Registros históricos confirmam que Fonteles e Batista foram assassinados no Pará. Em pronunciamento no Senado, em 1995, o então senador Ademir Andrade citou expressamente os dois casos ao abordar a violência contra trabalhadores, lideranças e seus defensores no estado. Documentação apresentada à Corte Interamericana de Direitos Humanos também registra que nenhum mandante dos dois assassinatos havia sido processado e julgado.


No caso de João Carlos Batista, a relação entre ameaças e o assassinato tornou-se especialmente marcante. Reportagem de O Liberal publicada um ano após o crime registrou que o então deputado havia denunciado, na Assembleia Legislativa, ameaças de morte que vinha recebendo. Ele foi assassinado poucas horas depois, em 6 de dezembro de 1988 - SINTEPP DEFENDE GARANTIAS PARA EXERCÍCIO DO MANDATO

Silvia Letícia classificou como um “escândalo” a situação enfrentada por Lívia e afirmou que ameaças não podem impedir uma parlamentar eleita de exercer plenamente suas funções.

Na avaliação da dirigente sindical, as ameaças estão relacionadas à atuação política da deputada e aos enfrentamentos assumidos durante o mandato em defesa de trabalhadores e de outras pautas sociais. A afirmação representa a avaliação política de Silvia Letícia sobre o caso.

“A categoria está solidária à deputada Lívia Duarte e preocupada com sua integridade física. Diante da história de violência política no Pará, não podemos tratar essas ameaças como algo menor”, afirmou.

Para o SINTEPP, garantir a integridade física da parlamentar é também assegurar condições para o exercício do mandato conquistado nas urnas. A entidade defende que as ameaças sejam investigadas e que os órgãos responsáveis adotem as medidas necessárias para garantir sua segurança.

O histórico paraense reforça a necessidade de apuração. Décadas depois dos assassinatos de Fonteles e Batista, documentos e registros públicos continuam tratando os dois episódios como referências da violência ligada aos conflitos políticos e fundiários no estado. Leia mais 

Prefeito Hugo Atayde diz que vai entrar no MPE: os moradores do Conjunto Novo Cristo, no Icuí, estão há 7 dias sem água

 



"O Governo não pode deixar uma situação como essa acontecer.

A comunidade estava se mobilizando para fazer um protesto e conseguimos intervir, conversando com os moradores e conduzindo a situação da melhor maneira possível, buscando uma solução e encaminhando a demanda ao Ministério Público, junto com uma comissão da comunidade.

Enquanto o problema não é resolvido, vamos utilizar recursos próprios para levar um caminhão-pipa e ajudar as famílias que estão passando por isso.

Também vamos cobrar a responsabilidade da Águas do Pará e as providências necessárias.

O povo não pode pagar por problemas políticos. Água é um direito básico! Disse o prefeito no Conjunto Novo Cristo"

72% dos eleitores já definiram seu candidato no Pará, aponta pesquisa Quaest


A pesquisa Quaest mostra que 72% dos eleitores paraenses afirmam que já definiram em definitivo em quem vão votar nas eleições de 4 de outubro. Outros 28% disseram que ainda podem mudar a escolha até o dia da votação. (obs. a pesquisa e englobou candidatos: ao governo estadual e Senado)

O levantamento ouviu 804 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 22 e 25 de setembro. A pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrada no TSE sob o número PA-07042/2026.

Principal problema no Pará: saúde, seguida de violência, aponta pesquisa Quaest


A pesquisa Quaest perguntou aos eleitores qual é o principal problema do Pará. Veja os temas mais citados:

Saúde: 37%

Violência: 12%

Infraestrutura: 7%

Desemprego: 5%

Economia: 5%

Corrupção: 4%

Educação: 3%

Enchentes: 2%

Pobreza/Desigualdade: 2%

Outros: 13%

Nenhum: 1%

Não sabem ou não responderam: 9%

A Quaest ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 25 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é PA-07042/2026. Com informações G1

domingo, 27 de setembro de 2026

Lula à frente no Pará: Pesquisa Quaest


A pesquisa aponta Lula com 40% e Flávio Bolsonaro com 35% no 1º turno.

Levantamento da Quaest entrevistou 804 eleitores no Pará entre os dias 22 e 25 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.