quinta-feira, 9 de abril de 2026

Agentes culturais realizam neste domingo (12), protesto contra desvios e desmandos na Fundação Cultural do Pará

 


Neste domingo, às 9h, em frente ao Mercado de Carne do Vero Peso, agentes culturais realizam um ato em protesto contra supostos desvios na Fundação Cultural do Pará. Veja o vídeo abaixo: 

Prefeitura de Ananindeua avança com regularização fundiária e beneficia 350 famílias no Icuí

Foto Ascom PMA

Via Ananews - Segurança jurídica, dignidade e valorização dos imóveis. Esses são alguns dos benefícios que a Prefeitura de Ananindeua vem garantindo à população por meio do programa "Ananindeua Legal", que realizou, na última segunda-feira (07), mais uma etapa de entrega de títulos de propriedade na comunidade Jardim Floresta II, no bairro do Icuí.

A ação, coordenada pela Secretaria Municipal de Habitação (SEHAB), é resultado de aproximadamente seis meses de estudos técnicos, levantamentos de campo e análises administrativas. Ao todo, 350 famílias serão beneficiadas com a regularização fundiária, passando a ter a posse legal de seus imóveis.

Criado em 2021, o programa "Ananindeua Legal" já se consolidou como o maior programa de Regularização Fundiária Urbana (REURB) da região Norte. Em pouco mais de cinco anos, a iniciativa já beneficiou mais de 80 comunidades, com a entrega de mais de 51 mil títulos de propriedade em todo o município.

Para a coordenadora de Regularização Fundiária, Jamile Guerra, a ação representa mais do que a entrega de documentos. "Estamos levando dignidade e segurança jurídica às famílias. A regularização fundiária transforma vidas, garantindo direitos e abrindo novas oportunidades para os moradores", destacou.

O secretário municipal de Habitação, Fábio Moura, ressaltou o compromisso da gestão em facilitar o acesso à regularização. "Sabemos que regularizar um imóvel é caro e, muitas vezes, inacessível para muitas famílias. Por isso, a Prefeitura entra com esse suporte e realiza a entrega dos títulos sem custos para a população", afirmou.

A aposentada Maria Célia Costa, de 70 anos , moradora da comunidade, comemorou a conquista. "É uma alegria muito grande receber esse documento. Agora tenho a segurança de que minha casa é realmente minha. Só tenho a agradecer à Prefeitura", disse emocionada.

O prefeito Dr. Hugo Atayde reforçou o protagonismo de Ananindeua no cenário nacional. "Hoje, somos referência na regularização fundiária. Estamos garantindo segurança jurídica para que essas famílias possam investir, financiar e ter tranquilidade sobre um bem que agora é oficialmente delas", enfatizou.

Com iniciativas como essa, a Prefeitura de Ananindeua segue avançando na promoção da inclusão social, na valorização urbana e na melhoria da qualidade de vida da população.

terça-feira, 7 de abril de 2026

Parabéns! Jornalistas

 


Câmara de Ananindeua empossou prefeito Dr. Hugo Atayde nesta terça (7)


 A Câmara Municipal de Ananindeua deu posse ao prefeito Dr. Hugo Atayde nesta terça-feira (7). A solenidade ocorreu na sala da Presidência da Casa.

Hugo Fernando de Souza Atayde, conhecido como Dr. Hugo, foi empossado para o mandato de 2026 a 2028. Advogado, de 39 anos, ele era vice-prefeito na chapa de Daniel Santos e assumiu o comando do Executivo municipal após a renúncia do titular, que deixou o cargo para disputar o Governo do Pará.

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Abril Azul: no mês de conscientização sobre o Autismo, entenda o transtorno e a importância do diagnóstico precoce


  Via International Schools Partnership (ISP)

Campanha chama atenção para o TEA, reforçando a importância da informação, identificação precoce dos sinais e inclusão social

São Paulo, 06 de abril de 2026 – O mês de abril é marcado mundialmente por iniciativas de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), em referência ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2007, com o objetivo de ampliar o conhecimento da sociedade sobre a condição neurológica, combater o preconceito e incentivar políticas públicas de inclusão e apoio às pessoas autistas e suas famílias. A iniciativa também busca ampliar o entendimento da população sobre o assunto e incentivar o diagnóstico precoce.

O TEA trata-se de uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada principalmente por diferenças na comunicação e na interação social, além da presença de comportamentos repetitivos e interesses restritos. Pessoas autistas também podem apresentar sensibilidade sensorial aumentada ou diminuída a estímulos como sons, luzes, cheiros e texturas.

 

A ciência ainda não identificou uma causa única para o TEA, mas diversos estudos indicam que a condição está associada a uma combinação de fatores genéticos e ambientais que influenciam o desenvolvimento do cérebro, especialmente nos primeiros anos de vida. Os sinais costumam surgir ainda na infância e podem incluir dificuldade em manter contato visual, desafios para compreender expressões e emoções, necessidade de rotinas muito estruturadas ou forte interesse por determinados temas.


“Como se trata de um espectro, essas características variam bastante de pessoa para pessoa. Dependendo do grau de suporte necessário, o autismo pode impactar diferentes aspectos da vida cotidiana, como a aprendizagem, as relações sociais, a autonomia e a adaptação a ambientes novos, tornando importante o acompanhamento especializado e estratégias de apoio adequadas ao longo da vida”, explica o psicólogo e orientador educacional do Brazilian International School – BIS, de São Paulo (SP), Marcelo Freitas.

 

O diagnóstico clínico (ou seja, não existe um exame laboratorial ou de imagem capaz de confirmar o autismo) é feito por uma equipe multidisciplinar que pode envolver profissionais como neuropediatras, neurologistas, psiquiatras infantis, psicólogos, pediatras do desenvolvimento, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e psicopedagogos; realizado a partir da observação do comportamento da criança em casa ou na escola, para compreender melhor como ela se desenvolve no dia a dia, ouvindo a família e educadores.

 

Por tratar-se de um transtorno, uma condição do neurodesenvolvimento que vai acompanhar a pessoa ao longo da vida – e não uma doença – o TEA não tem cura. “Quanto antes os sinais são percebidos, maiores são as possibilidades de intervenções e terapias que proporcionam melhor desenvolvimento e qualidade de vida para o indivíduo”, acrescenta Freitas.

 

FORMAS, NÍVEIS E SINAIS DO AUTISMO

 

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) recebe esse nome justamente porque não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. “As características podem variar bastante em intensidade, forma de apresentação e impacto na vida cotidiana. O conceito de espectro existe justamente para mostrar que o autismo não é uma condição única e uniforme. Cada pessoa apresenta combinações próprias de habilidades e desafios, o que exige estratégias de acompanhamento e apoio individualizadas”, ressalta a mestre em educação especial e diretora pedagógica da Escola Bilíngue Aubrick, da capital paulista, Teca Antunes.

 

Formas do TEA: o Transtorno do Espectro Autista (TEA) engloba diferentes manifestações que variam em intensidade e características, podendo incluir desde quadros mais leves, com linguagem e cognição preservadas, mas dificuldades na compreensão de aspectos sociais da comunicação; até condições mais complexas, marcadas por desafios significativos na interação social, na comunicação verbal e por comportamentos repetitivos. Em alguns casos, os sinais aparecem precocemente no desenvolvimento infantil, enquanto em outros pode haver regressão de habilidades já adquiridas.

 

“De modo geral, o espectro é caracterizado por diferentes níveis de suporte necessários, além de possíveis sensibilidades a mudanças de rotina e padrões específicos de interesse e comportamento”, explica Teca.

 

Níveis do TEA: são definidos com base na quantidade de suporte que cada pessoa necessita no dia a dia, refletindo a diversidade de manifestações do espectro. Essa classificação auxilia profissionais e famílias a compreender melhor as necessidades individuais, que podem variar desde dificuldades mais leves nas interações sociais e na adaptação a mudanças, até quadros em que há comprometimentos mais significativos na comunicação, no comportamento e na autonomia, exigindo níveis mais intensos de apoio para a realização de atividades cotidianas.

 

“Os níveis do TEA não representam uma ideia de severidade, mas indicam principalmente o grau de suporte que a pessoa precisa para se comunicar, interagir socialmente e lidar com as demandas da rotina”, explica Teca Antunes.


Sinais do TEA: os sinais mais comuns envolvem dificuldades na comunicação e na interação social, comportamentos repetitivos, apego a rotinas, interesses restritos e possíveis sensibilidades sensoriais, além de desafios na compreensão de aspectos sociais e na adaptação a diferentes situações do dia a dia.


“Os primeiros indícios costumam aparecer na infância e podem envolver atraso no desenvolvimento da linguagem, menor contato visual ou dificuldades na interação social. Nem todas as pessoas que estão dentro do espectro apresentam os mesmos sinais, e a intensidade pode variar bastante”, explica a diretora da Aubrick.


NÚMERO DE CASOS ESTÁ CRESCENDO?


Nos últimos anos, o aparente aumento no número de diagnósticos de autismo tem levantado dúvidas e até a percepção de que o transtorno teria se tornado mais comum. Jacqueline Cappellano, psicopedagoga e coordenadora da Educação Infantil da Escola Internacional de Alphaville - EIA, de Barueri (SP), aponta que essa impressão está relacionada ao avanço do conhecimento científico e à maior disseminação de informações sobre o tema.

 

“É importante tratar do tema com seriedade e não banalizar o assunto, pois é um transtorno que impacta a vida de milhões de pessoas. Hoje há mais informações disponíveis para pais, educadores e profissionais de saúde. Isso faz com que sinais que antes passavam despercebidos ou eram atribuídos a outras condições sejam identificados e investigados com mais precisão”, explica.

 

Além disso, os critérios diagnósticos foram ampliados ao longo das últimas décadas, o que permitiu reconhecer diferentes manifestações do espectro. Esse processo também tem levado muitos adultos a receber o diagnóstico apenas na vida adulta. “O que estamos observando não é necessariamente uma explosão de novos casos, mas sim uma sociedade mais informada e profissionais mais preparados para reconhecer sinais que podem ou não apontar para um diagnóstico de autismo”, acrescenta Jacqueline.


O Censo Demográfico de 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que 2,4 milhões de pessoas têm o diagnóstico de TEA no Brasil, o que corresponde a 1,2% da população. A maioria, 1,4 milhão, é do sexo masculino, e a faixa etária de maior prevalência é de crianças de 5 a 9 anos.


ESCOLA TEM PAPEL IMPORTANTE

 

A escola é um dos ambientes onde sinais do autismo se tornam mais perceptíveis. Professores e equipes pedagógicas acompanham diariamente o comportamento das crianças e conseguem observar diferenças na comunicação, na interação com colegas ou na adaptação a rotinas.

 

“Educadores frequentemente estão entre os primeiros a perceber quando uma criança apresenta dificuldades de interação ou padrões comportamentais que merecem uma avaliação mais cuidadosa. Como o profissional da educação tem contato diários com diversos perfis de crianças, ele tem a sensibilidade de notar diferenças de comportamento que a família, em casa, não consegue distinguir com tanta facilidade. Esse olhar atento é fundamental para ajudar e orientar as famílias na busca por avaliação profissional”, afirma Lívia Martins, diretora pedagógica do colégio Progresso Bilíngue.


Além disso, nas últimas décadas, o Brasil avançou de forma significativa na promoção da educação inclusiva para estudantes com TEA, com a criação de leis e políticas públicas que buscam garantir acesso à escola regular com o apoio necessário para o aprendizado e participação social do indivíduo, além do estímulo à formação de professores.

 

“Hoje há um reconhecimento maior de que a escola precisa estar preparada para acolher diferentes formas de aprendizagem. E a inclusão não significa apenas garantir matrícula, mas oferecer condições para que o estudante autista participe efetivamente do processo educacional, e o desenvolvimento de estratégias pedagógicas que respeitam as necessidades e potencialidades de cada estudante”, acrescenta a especialista. Uma escola preparada para a inclusão beneficia não apenas o estudante autista, mas toda a comunidade escolar. O convívio com diferentes formas de aprender e se comunicar contribui para criar ambientes mais empáticos, diversos e respeitosos para todos”, finaliza Lívia.

 

Os especialistas

 

Jacqueline Cappellano é pedagoga, pós-graduada em Bilinguismo e Psicopedagogia coordenadora da Educação Infantil da Escola Internacional de Alphaville. É uma grande entusiasta da Educação Bilíngue e fascinada pelo universo da educação infantil. Enxerga no intercâmbio entre ideias e culturas, um caminho para a paz entre os povos.

 

Lívia Martins é pedagoga formada pela Unicamp, com MBA em Gestão Escolar pela USP-Esalq e especializações nas áreas de Tecnologia Educacional (USP-ICMC) e Neurociência e Psicologia Positiva (PUC-PR), Lívia tem mais de 10 anos de experiência em sala de aula como professora. Em 2015, iniciou sua trajetória na gestão, atuando em diferentes papéis. É diretora pedagógica das unidades Progresso Bilíngue.

 

Marcelo Tucci de Freitas é psicólogo clínico TCC, com especialização em adolescência; pedagogo; possui MBA em Gestão Educacional, e atualmente é orientador educacional do Ensino Fundamental Anos Finais no Brazilian International School - BIS. Com mais de 30 anos de experiência na área educacional atuou em diversas instituições de ensino básico e superior, na coordenação pedagógica e como docente de Psicologia e Ética.

 

Teca Antunes é pedagoga, Mestre em Educação Especial e pós graduada nas áreas de Didática para Educação Bilíngue e Alfabetização. Tem experiência em sala de aula e na gestão de escolas bilíngues, além de atuar como formadora de professores em diversas áreas. Na Escola Bilíngue Aubrick, atua na direção pedagógica promovendo o alinhamento de práticas frente ao projeto pedagógico da instituição, acompanhando o desenvolvimento profissional dos colaboradores e buscando construir uma experiência de excelência e relevância para todos os estudantes. 

Sobre a ISP – International Schools Partnership

A International Schools Partnership (ISP) é um grupo internacional presente em 25 países, com 109 escolas privadas e mais de 92.500 estudantes em todo o mundo. A ISP apoia e capacita as instituições de ensino, desenvolvendo novos padrões de excelência em educação, para transformar as escolas em referência em suas comunidades locais e no setor educacional global. O aluno da ISP está no centro da jornada de aprendizagem e é preparado para o futuro, tendo acesso a educadores apaixonados e experientes, e ferramentas para que adquira confiança, conhecimento e habilidades; e aprimore seu aprendizado acadêmico, pessoal, social e emocional em um ambiente seguro, acolhedor e inclusivo. Para mais informações, acesse o site.

Dr. Daniel recebe homenagem da população na sua despedida como prefeito


"Recebi homenagens, abraços e o reconhecimento de quem construiu junto essa história. E é assim que sigo: com gratidão a cada servidor, a cada pessoa que acreditou que era possível fazer diferente e ajudou a transformar Ananindeua.

Encerrei minha missão na Prefeitura na última quinta-feira, com o coração tranquilo e a certeza de que fizemos muito juntos." 

Foram mais de 500 km de asfalto, obras de drenagem e infraestrutura, novos espaços como a orla, parques e praças, além de avanços históricos na saúde e na educação. Tudo isso porque sempre colocamos as pessoas em primeiro lugar.

Hoje, sigo confiante, porque Ananindeua continua em boas mãos. O Hugo é um filho do Curuçambá. Esteve ao nosso lado planejando e executando cada grande entrega e seguirá trabalhando por essa cidade". Falou o prefeito no ato.

O presidente da Câmara, Vanderay Silva, passa a ocupar a segunda posição na hierarquia política de Ananindeua

 

Com a posse de Dr. Hugo Atayde à frente da Prefeitura de Ananindeua, em decorrência da renúncia de Dr. Daniel para disputar o Governo do Pará, o presidente da Câmara Municipal, Vanderray Silva, passa a ocupar posição estratégica na estrutura político-administrativa do município, consolidando-se como o segundo nome na hierarquia institucional.
Nesse contexto, o chefe do Legislativo assume papel imediato na linha sucessória do Executivo, função equivalente à de vice-prefeito. À frente da Câmara, Vanderray tem se destacado por uma atuação marcada pela condução técnica, respeito às normas legais e fortalecimento do diálogo institucional, promovendo uma gestão republicana, democrática e transparente. Sua liderança firme e equilibrada, aliada à produção legislativa consistente, reafirma seu compromisso com a governabilidade, a estabilidade política e o avanço de Ananindeua. Com colaboração da jornalista Lilian Soares?