sábado, 3 de outubro de 2026

Pesquisa Queast: 57% Dr. Daniel - Hana 40%


A  última pesquisa Quaest para o governo do Pará, divulgada neste sábado (3 de outubro de 2026) e encomendada pelaTV Liberal, aponta que Dr. Daniel (Podemos) lidera os votos válidos com 57% na véspera do primeiro turno.

Governo do Estado (Votos Válidos)

• Dr. Daniel (Podemos): 57%

• Hana Ghassan (MDB): 40%

• Araceli Lemos (PSOL): 2%

• Ruth Reis (Democrata): 1%

• Gal Leite (UP): 0%

• Well Macedo (PSTU): 0%

 Metodologia

• Entrevistados: 1.800 eleitores com 16 anos ou mais.

• Período: Realizada presencialmente entre os dias 2 e 3 de outubro de 2026.

• Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

• Nível de confiança: 95%.

• Registro no TSE: Protocolo PA-04580/2026.

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Documentos que podem ser utilizados para votar nas eleições 2026

 


Via TSE - No dia da votação, é preciso observar alguns procedimentos para exercer o direito de votar. Essas etapas estão previstas na Resolução-TSE nº 23.759/2026. O primeiro passo é comparecer ao local de votação e procurar a seção eleitoral. Para votar, é necessário apresentar à mesa receptora um documento oficial com foto. 

São aceitos como documento de identificação, inclusive em formato digital, o e-Título, a carteira de identidade, a identidade social, o passaporte ou outro documento de valor legal equivalente, como carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho física e Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Certidão de nascimento, certidão de casamento e carteira de trabalho digital não são admitidas como prova de identidade no momento da votação. 

Na mesa receptora, o documento será conferido pelo mesário antes da liberação da urna. Não havendo dúvida sobre a identidade, a pessoa estará habilitada a votar. Nas seções com biometria, será solicitado o posicionamento do polegar ou do indicador no leitor biométrico. Se a biometria não for reconhecida, a identificação será feita por meio da conferência dos dados. 

Depois da identificação, o eleitor assina o caderno de votação. 

Quem não souber ou não puder assinar poderá registrar a impressão digital. Em seguida, estará habilitado a entrar na cabine e digitar os números das candidatas e dos candidatos de preferência na urna eletrônica. Ao concluir a votação, receberá o comprovante de votação.

Documento digital 

Quem apresentar documento digital no celular deverá guardar o aparelho no local indicado para os pertences antes de votar. O uso de celular é proibido na cabine de votação, mesmo que o aparelho esteja desligado. A medida protege o sigilo do voto e impede fotos, gravações ou qualquer outro registro da escolha do eleitor. 

Caso a pessoa se recuse a entregar o aparelho, não poderá votar. A ocorrência deverá ser registrada em ata, e o presidente da mesa poderá acionar a polícia e comunicar o caso ao juiz eleitoral para as providências cabíveis. 

Situações especiais 

A legislação eleitoral estabelece regras específicas para algumas situações. Se houver dúvida sobre a identidade de quem se apresenta para votar, a mesa poderá fazer perguntas, conferir a assinatura e recorrer à validação biométrica. Persistindo a dúvida, o caso poderá ser submetido à decisão da Justiça Eleitoral. 

A pessoa analfabeta poderá utilizar instrumento que a auxilie a votar, desde que o sigilo seja preservado. Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida poderão contar com o auxílio de alguém de sua escolha na cabine, inclusive para digitar os números na urna. 

Pessoas com deficiência visual poderão utilizar recursos como sistema de áudio com fone descartável, orientação sobre a tecla 5, material em Braille, instrumento mecânico de apoio e ingresso com cão-guia. Conclusão do voto 

A norma também estabelece regras para quem inicia a votação, mas não a conclui. Se a pessoa se identificar e desistir antes de confirmar qualquer voto, poderá retornar à seção até o encerramento da votação. Se já tiver confirmado o voto para pelo menos um cargo e sair da cabine sem concluir os demais, será orientada pelo mesário a retornar para finalizar a votação. 

Quem se recusar a concluir a votação após a orientação do mesário não poderá retornar posteriormente para completar os votos restantes. Nesse caso, os votos não concluídos serão registrados como nulos. A votação termina às 17h, horário de Brasília, desde que não haja fila. Quem estiver na fila nesse horário tem direito de votar e deverá receber senha para permanecer no processo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Pesquisa Futura: Dr. Daniel lidera disputa ao governo do Pará em 1º e 2º turnos


 
Via CNN por Rafael Soterog

Foram ouvidos 1.000 eleitores entre os dias 24 e 28 de setembro; margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, para mais ou para menos

 - Pesquisa Futura/100%Cidades divulgada nesta quinta-feira (1º) aponta que o candidato Dr. Daniel (Podemos) lidera os cenários de primeiro e segundo turnos da disputa ao governo do Pará. No cenário de primeiro turno, o candidato do Podemos registra 49,9% das intenções de voto, seguido de Hana Ghassan (MDB) com 38,6%. Em seguida, Araceli (PSOL) pontua 2,5%, enquanto Ruth Reis (Democrata) fica com 0,4%, Well Macedo (PSTU) com 0,3% e Gal Leite (UP) com 0,2%.

Do total de entrevistados 2,9% disseram votar em branco, nulo ou em ninguém, os que disseram não saber, não responderam ou se declararam indecisos somam 5,1%. Segundo turno

Em um eventual segundo turno, Dr. Daniel tem 52,4% contra Hana Ghassan, que registra 41,6% da preferência do eleitorado. No cenário 3% disseram votar em branco, nulo ou em ninguém, enquanto outros 3% disseram não saber, não responderam ou se declararam indecisos. A Futura/100%Cidades ouviu 1.000 eleitores entre os dias 24 e 28 de setembro, por meio de entrevista telefônica. A margem de erro do levantamento é de 3,1 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela Futura e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo PA-09843/2026.

Vereador Vanderray é reeleito presidente da Câmara de Ananindeua; veja os novos membros da Mesa Diretora

Foto ASCOM CMA

Via ASCOM CMA por Lilian Soares - Durante Sessão Extraordinária realizada nesta quinta-feira, 1º de outubro de 2026, a Câmara Municipal de Ananindeua elegeu a Mesa Diretora que conduzirá os trabalhos legislativos no biênio 2027/2028.

A Chapa 01, denominada “Para o Progresso Continuar”, foi apresentada para a disputa e tem como presidente Vanderray Lima da Silva, que foi reeleito para comandar o Legislativo municipal.

A nova Mesa Diretora ficou composta da seguinte forma:

Presidente: Vanderray Lima da Silva

Vice-Presidente: Luis Fernando Carvalho Lima

1ª Secretária: Nathalia Carolina Alves Begot

2ª Secretária: Nicelena Ruffeil da Silva

3º Secretário: Douglas Marcos Souza Dias

4ª Secretária: Geisiane Chagas Ataide

A composição ficará responsável pela condução dos trabalhos da Câmara Municipal de Ananindeua durante o biênio 2027/2028.

Com informações da ASCOM/CMA.

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Águas do Pará: a contradição de Hana Ghassan entre discurso e realidade



Artigo de Sulivan, diretor da Federação dos Metalúrgicos do Pará

A governadora Hana Ghassan (MDB) tenta se apresentar, nas eleições de 2026, como fiscalizadora rigorosa da concessão da Águas do Pará. No debate da TV Liberal, afirmou que manterá o contrato, mas com “cobrança de metas” e ameaça de cassação em caso de descumprimento. O problema é que esse discurso não se sustenta diante de dois fatos objetivos: foi o seu governo que viabilizou a privatização; e, desde então, o serviço tem piorado em diversas regiões do estado.

A concessão da Águas do Pará foi estruturada e implementada sob a gestão de Hana, com contrato de longo prazo (água até 2033, esgoto até 2039) e abrangência de 126 municípios. Não se trata, portanto, de “herança” de governos anteriores, mas de opção política assumida por sua administração. Quando a governadora diz que vai “fiscalizar” e “cobrar metas”, está, na prática, tentando se descolar da responsabilidade por um modelo que ela própria adotou.

A realidade nas ruas contradiz a narrativa de “gestão responsável”. Em Belém, a Defensoria Pública já notificou a concessionária por falhas no abastecimento, diante de reclamações recorrentes de falta d’água e baixa pressão. No oeste, em Santarém, moradores relataram dias sem água em vários bairros, e a agência reguladora chegou a revogar aumento tarifário após a empresa falhar na comprovação de investimentos e diante das reclamações sobre o serviço. No sudeste, em Marabá e na região de Carajás, a população denuncia que, passados meses da concessão, o “padrão Cosanpa” de torneiras secas e manutenções emergenciais se manteve.

Matérias locais resumem o quadro: a crise da Águas do Pará não está restrita à capital, atingindo também o interior, com reclamações por falta d’água, baixa pressão e cobrança por serviço inadequado. Ou seja: o eleitor que abre a torneira e não encontra água não vê “fiscalização”, vê falha de prestação sob a gestão de quem defende o modelo.

Dizer que vai “fiscalizar” e “cobrar metas” soa, na prática, como tentativa de transformar um problema de opção política em questão meramente técnica. Mas a escolha de privatizar o saneamento foi política; a manutenção do contrato, mesmo diante de falhas generalizadas, também é política. Enquanto isso, adversários como Dr. DANIEL propõem romper o contrato e retomar o serviço para o poder público, bandeira que ressoa junto a quem vive a crise no dia a dia.

O posicionamento de Hana Ghassan sobre a Águas do Pará é contraditório: tenta se apresentar como fiscalizadora de um modelo que seu próprio governo implantou, enquanto o serviço se deteriora em Belém, Santarém, Marabá e em outras regiões. Para o eleitor que sofre com torneiras secas e contas altas, a promessa de “cobrar metas” soa menos como solução e mais como tentativa de adiar a conta política de uma privatização que, na prática, não entregou o que prometeu.

terça-feira, 29 de setembro de 2026

PF prende ex-prefeito Manoel Pioneiro em Belém

 


UOL Notícias 

A Polícia Federal prendeu em flagrante, nesta terça-feira (29), o ex-prefeito de Ananindeua e candidato a deputado federal Manoel Pioneiro (Republicanos-PA). Segundo as informações divulgadas, a prisão ocorreu após um saque de R$ 300 mil em espécie em uma agência bancária de Belém.

A PF investiga suspeitas de corrupção eleitoral, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Seis pessoas foram presas na ação, e os investigadores apuram a origem e a possível destinação eleitoral dos recursos. 

A PF já havia divulgado, em 28 de setembro, uma operação no Pará relacionada à investigação de crimes eleitorais, com apreensão de dinheiro, documentos e veículos e uma prisão em flagrante

Nesta terça! Pesquisas eleitorais e a disputa na última semana do pleito no Amapá


Para discutir esse tema, o Jornal Digital AnanindeuaDebates recebe:

Jucicleber Castro — professor e engenheiro.

Marcelo Bahia — cientista político.

Job Miranda — pedagogo.

Terça-feira (29), às 20h.

Acesse e inscrev a-se no canal do Jornal Digital AnanindeuaDebates no YouTube.