sábado, 28 de março de 2026

Sem água há 4 dias, Marabá aguarda transformador do Piauí


Via Correio de Carajás por por Luciana Araújo 

Sem previsão de normalização, abastecimento depende da chegada e instalação do equipamento na ETA Nova Marabá. Apesar das medidas em andamento, a normalização do abastecimento segue condicionada à chegada da carreta e à instalação do novo equipamento, sem um prazo definitivo para que o fornecimento seja completamente restabelecido em todas as torneiras.

AÇÃO PALIATIVA

Questionado pela reportagem sobre a existência de um grupo de WhatsApp em que moradores enviam seus endereços para receber caminhão-pipa, Felipe esclareceu que o serviço é disponibilizado mediante solicitação de lideranças comunitárias.

Segundo o gerente, a Águas do Pará reforçou sua frota com veículos deslocados de Parauapebas e Paragominas. No entanto, o foco prioritário desse abastecimento emergencial está restrito a serviços essenciais, como hospitais, postos de saúde e escolas.

Para os bairros, a empresa informa manter contato com as lideranças por meio do grupo “Afluentes”, utilizado para mapear e direcionar as rotas dos caminhões. A orientação é que a população que necessita de assistência emergencial insista nos canais oficiais da concessionária:

Telefone e WhatsApp: 0800 091 0091 (24 horas);

Aplicativo: Águas App (24 horas);

Atendimento presencial: Loja no Shopping Partage, durante o horário comercial.

Enquanto a água não retorna, a Águas do Pará realiza outras manutenções na subestação da Nova Marabá. “Estamos aproveitando a parada para fazer uma série de melhorias e substituições de equipamentos”, afirma Felipe.

PROMESSAS E COBRANÇAS POR MELHORIAS

Operando o sistema desde 8 de dezembro, a gestão atual justifica os problemas com a herança de uma estrutura “severamente deteriorada”, repassada pela Cosanpa.

Visando minimizar futuras crises de abastecimento, Felipe garantiu que a empresa fará o rebaixamento de tensão da ETA ainda este ano. A medida, segundo ele, permitirá que o sistema passe a usar transformadores de baixa tensão convencionais, equipamentos “de prateleira”, que são facilmente substituídos em caso de nova pane, inclusive com unidades de reserva disponíveis no local.

A concessionária listou outras intervenções estruturais, que agora ficam como compromisso firmado com a população marabaense: Fim das tubulações estouradas: Promessa de instalação de Inversores de Frequência (“Soft Start”). O equipamento faz com que as bombas liguem gradualmente, eliminando as pancadas de pressão que costumam romper a antiga rede de água nos bairros.

Captação de água reforçada: A empresa afirma que substituiu a única bomba antiga encontrada em dezembro por três bombas anfíbias modernas, e que uma quarta bomba de segurança está sendo instalada.

Aumento de volume: A gestão declarou ter elevado a distribuição de 1.800 m³/h para 2.300 m³/h, com a meta de atingir 2.800 m³/h após a reforma dos leitos filtrantes da estação. CRÍTICAS

O descontentamento popular com a Águas do Pará, no entanto, vai além do atual “apagão” de quatro dias. A reportagem do CORREIO observou que, nas redes sociais, a principal queixa dos marabaenses aponta para uma piora no serviço após a troca de gestão. Moradores cobram a empresa afirmando que, sob a administração da Cosanpa, as interrupções no fornecimento eram consideravelmente menores e menos frequentes do que as registradas nos últimos meses.

Questionado durante a entrevista sobre essa insatisfação e o aumento relatado nas falhas rotineiras, Felipe atribuiu a instabilidade à infraestrutura precária herdada e classificou as queixas como uma “sensação” que precisa ser revertida pela empresa.

“Desde que a gente chegou, a gente teve aí um problema na captação de água. Só havia uma bomba instalada, bastante antiga, sujeita a um esforço muito grande, que pode apresentar falhas. Então, a gente já vem fazendo uma série de melhorias no sistema para diminuir essa sensação de desabastecimento”, argumentou ele, defendendo o ritmo das ações da nova gestão.

A expectativa agora se concentra na chegada do equipamento ao longo do fim de semana e na efetiva retomada dos serviços pela concessionária. O CORREIO segue acompanhando a situação do desabastecimento em Marabá e atualizará as informações assim que a instalação na ETA Nova Marabá for concluída.

sexta-feira, 27 de março de 2026

Eleição no Pará deve focar em novo modelo de desenvolvimento, não em disputa ideológica


 A disputa eleitoral para o governo do Estado agora em 2026 deve ser a mais rica no aspecto da democracia moderna. O eleitor e a população em geral podem ter um debate rico sobre um novo modelo de desenvolvimento para o estado.

Os candidatos terão que apresentar seus projetos. Hoje, o modelo político e de concepção do Pará não atende boa parte da população. Temos riquezas na área mineral e agropecuária, mas boa parte da população não tem acesso.

Um fato que chama atenção é o serviço de abastecimento doméstico de água. Hoje temos sérios problemas com falta constante de água nas torneiras. Isso já acontecia antes de a Cosanpa ser vendida; hoje, com a empresa que a comprou, piorou. Como explicar para alguém de fora do estado que aqui falta água nas torneiras, se a chuva é abundante?

Temos a questão da energia elétrica. O Pará é um grande gerador e, hoje, o paraense paga uma das maiores tarifas do Brasil.

A CPI da Vale, até agora, não resultou em nada, e a riqueza do minério não chega à "mesa" da população.

A migração de jovens e, depois, de suas famílias para o Sul e Sudeste do Brasil não é debatida no governo. A taxa de trabalhadores na informalidade é altíssima no estado.

Qual a proposta que os candidatos ao governo vão apresentar e cumprir para resolver esses e outros problemas?

 A gestão atual não conseguiu implantar um novo modelo de desenvolvimento. A estagnação econômica da população é visível.

Nos rincões da Amazônia paraense, a população sobrevive por meio das políticas sociais do governo federal. Há locais em que o Estado não chega.

É preciso mudar essa realidade, sem querer fazer a polêmica esquerda x direita. No Pará, esse debate não cabe.

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria e decidiu derrubar a prorrogação da CPMI do INSS


Por 8 votos a 2, o STF anulou a decisão do ministro André Mendonça que havia autorizado a extensão da comissão. 

A Corte entendeu que quem decide prorrogar CPMI é o Congresso, não o Judiciário. 

 Consequência direta

Sem a prorrogação, a CPMI do INSS deve ser encerrada (prevista para 28 de março). 

 Como votaram os ministros

Contra a prorrogação (maioria): Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin. 

A favor da prorrogação: André Mendonça e Luiz Fux. 

 Contexto

A CPMI investiga fraudes em descontos indevidos em benefícios do INSS. 

O julgamento também teve críticas de ministros sobre vazamento de dados sigilosos durante a comissão. 

 Resumo:

Sim — o STF derrubou a prorrogação da CPMI do INSS, e com isso a comissão deve ser encerrada, salvo nova decisão política do Congresso.

Se quiser, posso te explicar o impacto político disso para as eleições no Pará ou no cenário nacional.Com informações: InfoMone; Veja e Wikipedia

quinta-feira, 26 de março de 2026

O prefeito Dr. Daniel se reuniu com o vice-presidente Geraldo Alckmin e afirmou que, no Pará, está articulando a formação de uma frente ampla para disputar as eleições


O encontro ocorreu nesta quinta-feira (26), um dia após o prefeito se filiar ao Podemos e sua esposa, a deputada Alessandra Haber, ingressar no PSB.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Deputada Alessandra Haber se filia ao PSB


A filiação aconteceu nesta quarta (25), na  sede do partido, em Brasília. Estiveram presentes o presidente do PSB, João Campos; o prefeito de Ananindeua, Dr. Daniel Santos; o vice-prefeito, Hugo Atayde; e Carlos Siqueira, presidente da Fundação João Mangabeira.

Dr.Daniel vai disputar o governo do Pará pelo Podemos


Nesta quarta (25), em Brasília, o prefeito de Ananindeua filiou-se ao partido Podemos. Pré-candidato ao governo do Pará, ele é apontado por institutos de pesquisa como líder na disputa.

Mês do Consumidor: 12 milhões de pessoas ingressaram na plataforma Não me Perturbe para evitar chamadas indesejadas


 Via ABR Telecom

Solução da ABR Telecom permite bloquear ligações de empresas de telecom e de bancos que oferecem consignado

 Diariamente, milhares de consumidores recebem insistentes ligações de telemarketing, gerando frequentes incômodos aos usuários de telefonia móvel e fixa. Desde 2019 até o momento, 12 milhões de pessoas ingressaram na plataforma “Não me Perturbe” para bloquearem chamadas indesejadas.

A plataforma foi desenvolvida pela Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom) a pedido das grandes empresas de telecomunicações nacionais, como uma iniciativa de autorregulação do setor. O objetivo foi permitir que as pessoas pudessem se cadastrar para não receber mais chamadas de telemarketing das operadoras. A iniciativa depois foi adotada pelos bancos que vendem crédito consignado e adotada pela Anatel, em 2025, em seu novo Regulamento de Direitos do Consumidor, como obrigação para todas as empresas de telecomunicações com mais de 5 mil usuários.

O novo Regulamento da Anatel obriga todas as prestadoras, incluindo as de pequeno porte, a se cadastrarem no ‘‘Não Me Perturbe" e, com isso, permitirem que o consumidor possa decidir de quem aceita ou não receber ofertas produtos e serviços, dentre empresas de telecomunicações (que oferecem telefonia, serviços de banda larga e TV) e instituições financeiras (que oferecem serviços de empréstimo consignado e cartão de crédito consignado).

“O volume de pessoas que ingressou na plataforma demonstra a importância da plataforma. Ainda estamos em uma fase de adesão das empresas de telecomunicações de pequeno porte e com uma expectativa grande de que as mais de 500 operadoras atingidas pelo novo regulamento completem sua adesão na plataforma. Pelas nossas avaliações, até o momento aproximadamente 25% dessas empresas já aderiram”, informou Abraão Balbino, presidente da ABR Telecom.

Como fazer para parar de receber ligações indesejadas?

Como o consumidor registra sua opção na plataforma Não Me Perturbe?

1) Cadastre-se no site da plataforma: É simples, basta nome, CPF, e-mail e definir uma senha: Link

2) Confirmação: Valide o cadastro com o código enviado.

3) Novo Bloqueio: Faça login, vá em "Novo Bloqueio" e insira o número de telefone (com DDD) que deseja bloquear para o recebimento das chamadas.

4) Selecione Empresas: Escolha as prestadoras de telecomunicações e instituições financeiras (consignado) que deseja bloquear, ou marque "todas".

5) Finalize: Clique em "Enviar". O bloqueio é efetivado em até 30 dias. 

Sobre a ABR Telecom

A Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom) atua na gestão centralizada de soluções tecnológicas em ambientes compartilhados, gerando valor para prestadoras de telecomunicações.

As soluções da ABR Telecom são desenvolvidas em parceria com suas Associadas e os serviços prestados são viabilizados por alianças estratégicas que empregam recursos de alta tecnologia, alinhadas às melhores práticas de segurança da informação e da privacidade e proteção dos dados.

Desde 1998, a ABR Telecom tem ampliado seu portfólio com serviços inovadores e continua fortalecendo seu crescimento com a vasta experiência na gestão centralizada de soluções tecnológicas, entre os quais destacam-se: Entidade Administradora da Portabilidade Numérica (EA), Entidade Administradora do Sistema Informatizado da Numeração (EASI), Entidade Supervisora de Ofertas de Atacado (ESOA), Entidade de Suporte de Aferição da Qualidade (ESAQ), Autoridade de Identificação e Autenticação (AIA), e Soluções de Notificação de Emergência, dentre