segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Concurso público de Ananindeua oferta 394 vagas para todos os níveis

Via Dol Online 
A Prefeitura de Ananindeua informa através do Diário Oficial desta segunda- feira (22) a abertura do novo concurso público para provimento de cargos efetivos de níveis fundamental, médio e superior em órgãos da administração municipal. A empresa responsável pela seleção dos candidatos será a Cetapnet.
O concurso oferta 394 vagas, e estão disponíveis 330 somente para os candidatos de nível fundamental.O certame contará com uma prova objetiva de múltipla Eecolha. 
As inscrições devem ser feitas pelo no site da organizadora cetapnet. O valor da taxa de inscrição varia dependendo do cargo disputado pelo candidato, sendo de R$ 55,00 para o nível Fundamental; R$ 70,00 para o nível médio e R$ 90,00 para o nível superior.

Para mais informações acesse o site da organizadora!

domingo, 21 de outubro de 2018

Fernando Haddad, segunda-feira no Roda Viva

 Fernando Haddad vai participar do programa Roda Viva da TV Cultura, amanhã (22),  a partir das 22:30h. 

sábado, 20 de outubro de 2018

Marqueteiro do PSDB diz que TSE sabia do uso ilegal do WhatsApp nesta eleição


Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O marqueteiro do PSDB Marcelo Vitorino afirmou em entrevista ao Correio Brasiliense que o Tribunal Superior Eleitoral foi informado do uso ilegal do WhatsApp durante a eleição de 2018, mas não adotou nenhuma medida para fiscalizar que o escândalo tomasse a proporção do que foi denunciado pela Folha de S. Paulo na quinta (18).

O jornal mostrou que empresas estão investimento na compra de pacotes de disparo em massa de mensagens no WhatsApp, para favorecer a candidatura de Jair Bolsonaro. Ataques contra o PT teriam sido programados para ocorrer na véspera do segundo turno. Um único contrato desse tipo de serviço poderia chegar a R$ 12 milhões.

Como o financiamento empresarial foi proibido no Brasil, essa ação dos empresários pode configurar caixa 2 em favor de Bolsonaro. Além disso, não se sabe se eles estão utilizando base de dados adquirada ilicitamente - é proibido usar contatos que não estejam na lista de partidos e candidatos.

Ao Correio, Vitorino disse que o TSE foi informado por várias fontes do uso irregular das bases de dados, impulsionamento pago por empresas e disparos em massa com conteúdo falso. "Todas as pistas de que isso ocorreira foram apresentadas, mas não se fez nada."

Segundo o consultor de marketing digital da campanha de Geraldo Alckmin, há menos de 50 empresas no Brasil que fornecem plataformas de disparo em massa no WhatsApp, o que significa que, para o TSE, não seria tão difícil acompanhar e investigar essas agências.

Nesta sexta (19), o WhatsApp noticiou as agências citadas na matéria da Folha e suspendeu a conta delas no aplicativo, para investigação. A empresa que cuida oficialmente do marketing de Bolsonaro também será investigada, informou a Folha.

Já o TSE programou uma coletiva de imprensa nesta sexta para falar do caso pela primeira vez, mas adiou o encontro para domingo (20) com a desculpa de conflito de agendas dos participantes.

O Ministério Público Eleitoral informou, no final da tarde de quinta (18), ao GGN, que irá atuar nas ações apresentadas ao TSE por partidos e candidatos. O MPE não quis se posicionar sobre a revelação feita pela Folha.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Fake News


O jornalismo resiste


A reportagem de Patrícia Campos Melo na Folha de hoje traz revelações importantes para compreender a campanha eleitoral deste ano. De acordo com a investigação, a inundação de fake news transmitida pelo Whatsapp – aplicativo utilizado por 44% dos brasileiros para acessar notícias e informações políticas, conforme o Datafolha – teve patrocínio graúdo. Foram empresários pró-Bolsonaro que pagaram os disparos em massa contra o PT, através de contratos de 12 milhões de reais celebrados com os que burlam a lei.

A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas vedada pela legislação eleitoral, e não declarada”, destaca a reportagem (veja o link nas recomendações abaixo). Pode ser mais do que isso: de acordo com o Valor Econômico, o PT estuda medidas judiciais para apurar crimes de organização criminosa, caixa 2, calúnia e difamação.

Para a democracia o prejuízo é maior. Todos nós assistimos estarrecidos a onda de mentiras que arrasa qualquer possibilidade de debate, pilar da democracia, nessa campanha. Não existem argumentos contra armas emocionais como o kit gay – falsidade compartilhada por milhares de pessoas como mostrou a reportagem da Pública dessa semana – ou a lamentável mamadeira erótica.
O dano da desinformação ao debate eleitoral provocou outro fato relevante nessa semana. Os professores Pablo Ortellado, da USP, Fabrício Benevenuto, da UFMG, e a jornalista Cristina Tardáguila, da agência de checagem Lupa, escreveram um artigo no New York Times pedindo ao Whatsapp “medidas capazes de reduzir a intoxicação da vida política brasileira”. Basicamente, a restrição de encaminhamentos, de transmissões e de número de usuários em grupos do aplicativo. Essas medidas dificultariam a estratégia das empresas que fazem os disparos em massa, mais voltados para difamar os opositores do que para fazer propaganda propriamente dita.
Provavelmente os efeitos dessas revelações, medidas e ações judiciais não conseguirão desfazer o estrago já realizado. Mas podem ser suficientes para que as instituições – incluindo a imprensa – acordem a tempo de salvar a democracia, denunciando e criminalizando os responsáveis por minar a cidadania, a informação e os direitos constitucionais.

Normalizar a mentira, o discurso pró-tortura, a ditadura, a homofobia, o racismo, e o machismo é mais grave – e duradouro - do que qualquer resultado eleitoral.

Marina Amaral, codiretora da Agência Pública

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Ibope no Pará, votos válidos: Helder, 58%; Márcio, 42%




Nos votos totais, Helder Barbalho tem 53%, e Márcio Miranda, 39%. Pesquisa é a primeira do Ibope no 2º turno das eleições no PA.

Por G1 PA — Belém



Ibope no Pará, votos válidos: Helder, 58%; Márcio, 42%

 Ibope divulgou nesta quinta-feira (18) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição para governador no Pará. O levantamento foi realizado entre segunda-feira (15) e quarta-feira (17) e tem margem de erro de 3 pontos, para mais ou para menos.


Considerando os votos válidos: Helder, 58%; Márcio, 42% — Foto: Reprodução/Tv Liberal
Considerando os votos válidos: Helder, 58%; Márcio, 42% — Foto: Reprodução/Tv Liberal
Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:
Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto

EMPRESÁRIOS GASTAM ATÉ R$ 12 MILHÕES PARA IMPULSIONAR FAKE NEWS PRÓ BOLSONARO NO WHATSAPP, DIZ JORNAL


Empresários gastam até R$ 12 milhões para impulsionar fake news pró Bolsonaro no Whatsapp, diz jorna
A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e pode levar a cassação da chapa, segundo especialista.
Por Redação
Reportagem de Patrícia Campos Mello, na Folha de S.Paulo desta quinta-feira (18), revela que um grupo de empresários – entre eles Luciano Hang, dono da Havan – está contratanto empresas para disparar fake news contra o PT para a campanha de Jair Bolsonaro (PSL). A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.
Na prestação de contas do candidato Jair Bolsonaro (PSL), consta apenas a empresa AM4 Brasil Inteligência Digital, como tendo recebido R$ 115 mil para mídias digitais. Segundo a reportagem, os contratos chegam a R$ 12 milhões e devem fomentar uma grande campanha de ódio contra o PT a partir de domingo (21), na última semana da campanha.
As empresas compram de agências – como a QuickMobile, Yacows, Croc Services e SMS Market – um serviço chamado “disparo em massa”, usando a base de usuários do candidato ou bases vendidas por agências de estratégia digital. Isso também é ilegal, pois a legislação eleitoral proíbe compra de base de terceiros, só permitindo o uso das listas de apoiadores do próprio candidato, com números cedidos de forma voluntária.
Ouvido pela reportagem, Diogo Rais, professor de direito eleitoral da Universidade Mackenzie, diz que a compra de serviços de disparo de WhatsApp por empresas para favorecer um candidato configura doação não declarada de campanha, o que é vedado.
Ele não comenta casos específicos, mas lembra que dessa forma pode-se incorrer no crime de abuso de poder econômico e, se julgado que a ação influenciou a eleição, levar à cassação da chapa