segunda-feira, 20 de abril de 2026
Chuvas: Prefeitura de Ananindeua e Governo Federal em ação conjunta
STF libera pagamento de R$ 3,7 bilhões em precatórios do Fundef a estados
Via Site JOTA por Flávia Maia
Sete estados receberão os valores: Bahia, Sergipe, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Pará e Alagoas. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, autorizou a liberação de R$ 3,7 bilhões referentes a precatórios devidos pela União aos estados por diferenças relacionadas ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Sete estados receberão os valores — Bahia, Sergipe, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Pará e Alagoas. Bahia é o estado que receberá maior quantia (R$ 1,3 bi). No caso específico do Pará, o estado foi intimado a apresentar dados para viabilizar a transferência.
Os valores são provenientes de decisões em que o STF reconheceu que a União efetuou repasses inferiores aos estados durante a vigência do Fundef. O Supremo entendeu que houve erro no cálculo do valor mínimo anual por aluno e, por isso, os estados deveriam ser ressarcidos. Durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, o então ministro da Economia, Paulo Guedes, chamou esses precatórios de “meteoros”
Prefeito Hugo Atayde mobiliza equipes para apoiar população após fortes chuvas em Ananindeua
“Desde as primeiras ocorrências, nossas equipes da Defesa Civil estão nas ruas, atuando de forma contínua para prestar apoio, orientar e minimizar os impactos”, publicou o prefeito em suas redes sociais.
A gestão municipal informou que segue acompanhando a situação e reforçando o compromisso com a população, especialmente neste momento delicado.
domingo, 19 de abril de 2026
Ananindeua: a cidade que não dorme mais
Aos 82 anos, Ananindeua consolidou uma transformação que, há poucos anos, parecia improvável. Em um intervalo relativamente curto de cinco anos, o município deixou de ocupar uma posição periférica para se inserir de forma consistente no mapa político do Brasil.
Nos últimos dias, a manifestação de um ex-prefeito em um podcast reacendeu um debate recorrente: o legado das gestões anteriores. Ao afirmar que a cidade estaria sendo apresentada como se “nada” tivesse sido feito, o ex-gestor revela mais sobre sua própria leitura administrativa do que necessariamente sobre a realidade histórica do município nos últimos cinco anos.
É fato que Ananindeua enfrentou, durante anos, índices preocupantes em áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura, cultura e desenvolvimento econômico. Ao longo de 16 anos, grupos políticos que estiveram à frente da administração municipal não promoveram mudanças estruturais capazes de alterar, de forma significativa, esse cenário.
Durante muito tempo (meados de 2010), o município carregou o estigma de “cidade dormitório”. A baixa autoestima da população era perceptível — e, em muitos casos, acompanhada de um preconceito velado. Não eram raras as situações em que moradores, ao serem questionados, preferiam se identificar como residentes de Belém, mencionando, às vezes, o conjunto Cidade Nova, hoje consolidado como bairro.
Diante desse contexto, é necessário reconhecer: os últimos cinco anos representam um ponto de inflexão na trajetória do município. Admitir esse avanço não significa apagar o passado, mas compreender que houve, sim, um novo ritmo de desenvolvimento, com impactos diretos na percepção da população e na projeção política da cidade.
A atual gestão implementou uma agenda desenvolvimentista que reposicionou Ananindeua no cenário estadual, inclusive projetando o ex-prefeito Dr. Daniel para disputas majoritárias. A partir desse novo patamar, estabelece-se também um novo nível de exigência: a população tende a cobrar mais — e com razão.
O parâmetro de comparação para futuras administrações já foi elevado. A disputa política que se avizinha não será vencida apenas por sobrenomes ou estruturas tradicionais de poder. Será necessário apresentar resultados concretos, capacidade de gestão e compromisso com o avanço contínuo da cidade.
A experiência recente também deixou lições importantes. Em momentos críticos, como a pandemia da COVID-19, a postura dos gestores foi observada atentamente pela população. Lideranças que estiveram presentes e atuantes conquistaram respeito; já quem preferiu seu refúgio ficou longe do problema. Um ativo político que não se constrói apenas com discurso.
Ananindeua mudou. E, mais do que isso, passou a exigir mais.
A cidade não dorme mais e tampouco aceita retrocessos.
sábado, 18 de abril de 2026
Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMA) realiza o início dos ciclos de palestras em escolas de Ananindeua
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| Samuel "Muca" Reis Secretário de Meio Ambiente de Ananindeua |
O início da programação começou na manhã desta sexta-feira (17), na Escola Municipal Senador Álvaro Adolfo, que foi a vencedora da 6ª Conferência Municipal Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, com o projeto "Reflorescer".
De acordo com Uzias Leite, coordenador do Departamento de Educação Ambiental da SEMA, este começo das atividades marca o processo de conscientização dos estudantes. "Nós faremos este ciclo de palestras em todas as escolas, que participaram desta conferência, justamente com tema de sustentabilidade, falando dos elementos da natureza, como: a árvore, o ar e água", disse.
Para Roberta Gouveia, professora de Ciências da escola, é fundamental que ocorram projetos como esses ligados à questão da sustentabilidade. "É muito importante que mais trabalhos como esse aconteçam para conscientizar esta nova geração, que é o futuro do nosso País", disse.
De acordo com Júlia Nicole, estudante do sétimo ano, o evento foi muito intrinsicamente fundamental para a conscientização dos alunos. "Hoje em dia é muito importante, estarmos conscientizados sobre a questão do meio ambiente, até para evitar a poluição de um modo geral", relatou. Com informações Ananews
sexta-feira, 17 de abril de 2026
Lenda do basquete mundial, Oscar Schmidt morre aos 68 anos
Querem calar o jornalista Adriano Wilkson!
Nota do Sindicato dos Jornalistas do Pará O jornalista independente teve sua conta no Instagram suspensa, juntamente com a conta do Movimento FCP Livre, em uma censura contemporânea articulada pelas oligarquias que comandam o Pará.
Os poderosos e barões da mídia paraense se incomodam com o livre exercício do jornalismo e com as revelações de Adriano, que expõem os velhos métodos de controle e apropriação da coisa pública por esse grupo político.
Há anos, opositores têm sido calados no Pará e jornalistas criminalizados, numa tentativa de controle da informação, em que o direito ao contraditório não é respeitado e o Estado é vendido como um mundo de fantasia nos principais veículos locais de comunicação.
Chega de censura e de controle da informação. Nos solidarizamos e nos colocamos à disposição de Adriano Wilkson, para juntos travarmos essa luta jurídica e política contra as oligarquias que ameaçam a democracia!




