quinta-feira, 4 de junho de 2026

Dr. Daniel sobe o tom contra a Águas do Pará e afirma que poderá cancelar contrato se for eleito governador


O pré-candidato ao Governo do Pará, Dr. Daniel, publicou um vídeo nas redes sociais em que faz duras críticas aos serviços de abastecimento de água prestados pela empresa Águas do Pará. Na gravação, ele cobra melhorias no atendimento à população e questiona a qualidade dos serviços oferecidos pela concessionária.

As críticas também foram direcionadas ao ex-governador Helder Barbalho, apontado por Dr. Daniel como responsável pelo processo de privatização dos serviços de abastecimento anteriormente realizados pela Cosanpa.

Durante o pronunciamento, o médico afirmou que, caso seja eleito governador do Pará, poderá cancelar o contrato firmado entre o Estado e a empresa caso os problemas no abastecimento não sejam solucionados.

Segundo Dr. Daniel, a população paraense merece um serviço de qualidade, com fornecimento regular de água e atendimento eficiente às demandas dos consumidores.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Sábado Cultural abre temporada junina com apresentação do Boi Kutaca no Parque Cultural Vila Maguary


Via Ananews - O Parque Cultural Vila Maguary entra no clima das festas juninas com uma programação especial dedicada à cultura popular. Por meio do Sábado Cultural, a Fundação Maguary dá início ao Circuito Cultural Junino, reunindo música, tradição e manifestações que fazem parte da identidade amazônica.

A abertura acontece no dia 6 de junho, às 19h, com a apresentação do Boi Kutaca, levando ao público toda a força, o ritmo e a alegria de uma das mais tradicionais expressões da cultura popular amazônica. A programação é gratuita e convida famílias, visitantes e amantes da cultura a vivenciarem de perto as tradições que fazem parte da identidade paraense.

A pauta pode destacar como o Sábado Cultural se consolida como um espaço de valorização da cultura popular, promovendo o encontro entre artistas e comunidade e dando início a uma programação junina que celebra as raízes, os costumes e a riqueza cultural da Amazônia. Serviço: Local: Parque Cultural Vila Maguary

Data: 06/06/2026 às 19h0

Endereço: Avenida Claude Sanders, 3360

terça-feira, 2 de junho de 2026

EUA ameaçam Brasil com tarifas de 25% após visita de Flavio Bolsonaro a Trump


 
Via site Vermelho por Davi Dmolir Molinari

EUA querem tarifar exportações brasileiras a partir de julho. Medidas podem atingir o Pix e os bancos brasileiros. Itamaraty vê decisão como política e não técnica

 O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) concluiu na segunda-feira (1º) uma investigação de 12 meses sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 e propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras. O término da apuração pelo USTR atropelou o prazo acordado entre Lula e Trump e pode passar a valer a partir de 15 de julho.

A medida, colocada em consulta pública com audiência marcada para 6 de julho, representa uma escalada concreta nas pressões comerciais norte-americanas contra o Brasil. A determinação do USTR, liderado pelo embaixador Jamieson Greer, classifica como “irrazoáveis e onerosas ou restritivas ao comércio americano” uma série de políticas brasileiras, entre elas o comércio digital e serviços de pagamento eletrônico (incluindo o Pix), tarifas preferenciais consideradas injustas, aplicação de medidas anticorrupção, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. A proposta de tarifa de 25% abrange exportações brasileiras em geral, com lista de isenções detalhada em documento de 73 páginas. O prazo legal para eventual adoção das medidas corretivas expira em 15 de julho de 2026. Essa ação se soma diretamente ao Relatório Especial 301 de 2026, divulgado em 30 de abril, que manteve o Brasil na lista de vigilância em matéria de propriedade intelectual. Naquele documento, o USTR já apontava preocupações com pirataria digital, dispositivos de streaming ilícitos, falsificações na região da Rua 25 de Março em São Paulo, demora na análise de patentes farmacêuticas e necessidade de maior fiscalização. 

A nova investigação da Seção 301 incorpora explicitamente a proteção à propriedade intelectual entre os motivos para a tarifa proposta, demonstrando continuidade na estratégia norte-americana de pressão econômica.

Fontes do Itamaraty avaliam a decisão como essencialmente política, e não técnica. Segundo diplomatas brasileiros, o USTR desconsiderou esclarecimentos e argumentos apresentados pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao longo do último ano, inclusive no âmbito de negociações intensificadas após a reunião entre os presidentes Lula e Donald Trump em maio de 2026, contudo, um embaixador citado em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo disse ao jornal que a argumentação brasileira foi toda desconsiderada porque a decisão do governo Trump é mesmo política e tem relação direta com o lobby da oposição e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em Washington na semana anterior ao anúncio. Mais um elemento da traição do clã Bolsonaro contra o Brasil

Diplomatas resumiram que parlamentares bolsonaristas cavaram mais uma medida contra o próprio País, apesar de tentarem se desvincular publicamente da tarifa diante da forte rejeição popular no Brasil às medidas intempestivas de Trump.

O próprio Greer reconheceu em nota oficial que ao longo do último ano o governo norte-americano teve várias reuniões construtivas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o seu gabinete, que se intensificaram nas últimas semanas, mas acrescentou que persistem divergências substanciais na resolução das questões identificadas na investigação. O representante comercial americano disse aguardar a continuação do diálogo antes do prazo limite de julho. O contexto das pressões externas se conecta diretamente a investigações sensíveis em curso no Supremo Tribunal Federal. O ministro Alexandre de Moraes encaminhou à Procuradoria-Geral da República um pedido para apurar se recursos do filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro, teriam sido desviados para custear atividades do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos, incluindo articulações por sanções e medidas comerciais espúrias contra autoridades brasileiras. O senador Flávio Bolsonaro aparece nas apurações como negociador de repasses milionários para o projeto cinematográfico. Eduardo Bolsonaro reside nos Estados Unidos desde 2025 e figura em documentos oficiais como produtor e financiador parcial da obra. Diante desse cenário de pressões, o Brasil conta com a Lei de Reciprocidade Econômica, sancionada por Lula e regulamentada em 2025. A norma soberana permite suspender concessões comerciais, investimentos ou direitos, inclusive de propriedade intelectual, de países que adotem medidas unilaterais prejudiciais ao comércio nacional. O governo federal já autorizou a Câmara de Comércio Exterior (Camex) a analisar a aplicação imediata do mecanismo contra as tarifas americanas.

Os impactos econômicos de uma barreira tarifária de 25% seriam significativos para o mercado produtivo nacional, provocando a redução de competitividade das exportações brasileiras para o principal destino de bens industriais de alto valor agregado. Haveria reflexos diretos no emprego em setores agroindustriais e de transformação, além do aumento de custos logísticos e possível pressão inflacionária. Caso a medida se confirme, o governo federal precisará avaliar se faz, novamente,  pacotes de apoio financeiro a exportadores, o que tensionaria as contas públicas.O episódio revela o uso de instrumentos comerciais norte-americanos como ferramenta de coerção política, agora inflamada por um componente explícito de lobby interno da extrema direita brasileira em Washington. Enquanto o Brasil é instado a fortalecer sua proteção à propriedade intelectual, uma medida que também interessa ao desenvolvimento tecnológico nacional e à proteção de criadores locais, a diplomacia brasileira avalia que a escalada tarifária não decorre de boa-fé negocial, mas de cálculo geopolítico e retaliação.

FIM DA ESCALA 6x1: CONQUISTA HISTÓRICA DOS TRABALHADORES ESTÁ EM JOGO


Por José Marcos Araujo, sindicalista

A história do trabalho no Brasil é a história da luta dos trabalhadores por dignidade. Por mais de três séculos, o país conviveu com o trabalho escravo, primeiro explorando a mão de obra indígena e, posteriormente, milhões de africanos sequestrados de seu continente e submetidos à escravidão, sem direitos trabalhistas, limites de jornada ou garantias sociais. Os proprietários de terras determinavam livremente o ritmo e o tempo

de trabalho daqueles que exploravam.

As conquistas que hoje parecem naturais — férias, descanso semanal, jornada limitada, 13º salário e proteção previdenciária — foram resultado de décadas de organização sindical, mobilização popular e enfrentamento aos interesses econômicos que sempre resistiram a qualquer avanço social.

Com a Constituição de 1934 o limite de oito horas diárias passou a integrar a legislação brasileira. Em 1943, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), no governo Getúlio Vargas, consolidou a jornada máxima de 44 horas semanais, regra que permanece vigente há mais de 80 anos.

Desde então, toda tentativa de reduzir a jornada de trabalho encontrou forte oposição dos setores empresariais.

O argumento é sempre o mesmo: que a economia quebrará, que haverá desemprego e fechamento de empresas. Foi assim contra a abolição da escravidão, contra a criação dos direitos trabalhistas e contra todas as conquistas sociais alcançadas ao longo do século XX.

A realidade, porém, mostrou exatamente o contrário. O Brasil continuou crescendo e milhões de trabalhadores passaram a viver com mais dignidade.

Uma luta de décadas

A redução da jornada sem redução salarial é uma reivindicação histórica do movimento sindical brasileiro.

Desde 1995, diversas propostas foram apresentadas ao Congresso Nacional. Entre elas destacam-se a PEC 231/1995, do então dep. Inácio Arruda, a PEC 148/2015, do sen. Paulo Paim, e a PEC 221/2019, do dep. Reginaldo Lopes. Todas buscavam adequar a jornada de trabalho à nova realidade econômica e tecnológica do país, marcada por ganhos expressivos de produtividade e automação.

Em maio de 2026, essa luta alcançou uma vitória histórica. A Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, a PEC 221/2019, que reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, garante dois dias de descanso por semana

e extingue a escala 6x1, sem redução salarial. A proposta recebeu ampla maioria dos votos e agora segue para análise do Senado Federal.

O texto estabelece uma transição gradual. Sessenta dias após a promulgação da emenda, a jornada será reduzida para 42 horas semanais, mantendo duas folgas remuneradas. Após doze meses, a carga horária cairá para 40 horas semanais, consolidando a escala 5x2 para milhões de trabalhadores brasileiros. A medida beneficiará diretamente trabalhadores que hoje convivem com jornadas exaustivas, pouco convívio familiar e elevados índices de adoecimento físico e mental.


A reação dos setores conservadores

A aprovação da PEC mal havia sido comemorada e os bolsonaristas, visando derrubar a proposta recém aprovada e apresentaram uma PEC “alternativa” no Senado, de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN).

A PEC 12/2026 apresenta um modelo chamado de “jornada flexível”, baseado na negociação individual entre empregado e empregador, que permitirá contratos vinculados às horas efetivamente trabalhadas, com salários e benefícios proporcionais à quantidade de horas contratadas.

Os seus defensores apresentam o projeto como ampliação da liberdade de escolha, especialistas e entidades sindicais alertam para a precarização das relações de trabalho. O principal ponto de preocupação é a

substituição da negociação coletiva pela negociação individual, em uma relação marcada pela desigualdade de poder entre patrão e empregado. A pergunta central é simples: existe negociação verdadeiramente livre quando uma das partes pode demitir e a outra depende do salário para sobreviver?

O movimento sindical entende que não. Por trás do discurso da flexibilidade, existe a redução da renda, fragmentação das jornadas e enfraquecimento das garantias históricas conquistadas pelos trabalhadores brasileiros.

O que está em disputa não é apenas sobre horas trabalhadas, mas de qual modelo de sociedade queremos

construir.

De um lado, uma proposta que reduz a jornada, amplia o tempo livre, fortalece a convivência familiar, melhora a qualidade de vida e preserva os salários e de outro, uma proposta que amplia a individualização dos contratos e transfere para o trabalhador o peso da negociação direta com o empregador.

Ao longo da história, todas as conquistas sociais foram apresentadas como ameaça à economia. Nenhuma delas destruiu o país. Ao contrário: contribuíram para construir uma sociedade mais justa e menos desigual.

A luta pelo fim da escala 6x1 segue agora para o Senado Federal. Mais uma vez, será a mobilização dos trabalhadores e de suas entidades representativas que determinará o resultado dessa batalha histórica.

Menos exploração, mais qualidade de vida, mais empregos e mais dignidade. Esse é o verdadeiro significado da redução da jornada de trabalho.

Linha do tempo da jornada de trabalho no Brasil


• 1888 – Abolição da escravidão.

• 1891 – Constituição da República sem limite de jornada.

• 1932 – Criação do Conselho Nacional do Trabalho.

• 1934 – Primeira previsão constitucional da jornada de 8 horas.

• 1943 – CLT consolida jornada máxima de 44 horas semanais.

• 1995 – Início das PECs modernas pela redução da jornada.

• 2026 – Câmara aprova PEC que reduz a jornada para 40 horas e extingue a escala 6x1.

Câmara de Ananindeua debate projeto do vereador Alexandre Gomes que propõe ampliação do Pit Stop para motoristas de aplicativo que circulam na Br 316


 Um anteprojeto de lei apresentado na Câmara Municipal de Ananindeua propõe a ampliação do Programa Pit Stop, destinado a motoristas de aplicativos de carro e moto. A proposta prevê a implantação de uma nova unidade na BR-316, nas proximidades do Shopping Castanheira, com o objetivo de oferecer mais suporte aos profissionais do transporte individual, especialmente aos que vêm do interior do Pará. 

O espaço deverá contar com área de descanso climatizada, sala de TV, sanitários, área para alimentação, internet Wi-Fi, pontos de carregamento para celulares e veículos elétricos, estacionamento com segurança, redário, atendimento psicológico e espaço de apoio espiritual.

Segundo a justificativa do projeto, a medida busca ampliar uma política pública já existente no município, oferecendo melhores condições de descanso, higiene e alimentação aos motoristas que utilizam diariamente a BR-316, um dos principais corredores de acesso à Região Metropolitana de Belém. A proposta também destaca o potencial de fortalecimento da economia local por meio da participação de pequenos empreendedores no espaço.

O projeto é de autoria do vereador Alexandre Gomes e aguarda análise dos parlamentares da Câmara Municipal.

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Eloi Iglesias canta Cazuza


Via  Produção do Show - O cantor Eloi Iglesias sobe ao palco do Teatro Gasômetro para apresentar o espetáculo "Eloi Canta Cazuza"  Secult - Uma homenagem emocionante que revisita os grandes sucessos de um dos maiores ícones da música brasileira. Os portões serão abertos às 19h e, pontualmente às 20h, terá início o show. Os ingressos já estão disponíveis por R$ 20,00, com direito à meia-entrada para estudantes. Serviço: Show Eloi canta Cazuza, dia 2 junho, Estação Gasômetro, 20h. 

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Pesquisa Ampla: Dr. Daniel se mantém na liderança


Via Opinião em Pauta Pesquisa de opinião pública realizada pelo instituto Ampla, registrada sob o número PA-05798/2026 e concluída na última semana, desenha um cenário de forte polarização na disputa pelo Palácio dos Despachos e consolida o favoritismo de forças tradicionais na corrida pelas duas vagas do Senado Federal.

O levantamento ouviu 1.500 eleitores em 60 municípios das 12 regiões de integração do estado, entre os dias 20 e 24 de maio de 2026. A margem de erro máxima é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. Dr. Daniel lidera cenários

Na modalidade espontânea (quando nenhum nome é apresentado), a maioria absoluta dos paraenses ainda se declara indecisa: 65,3% não sabem ou não opinaram. Contudo, o atual prefeito de Ananindeua, Dr. Daniel (Podemos), desponta na liderança com 14,3% das intenções de voto, seguido pela atual governadora Hana Ghassan (MDB), que registra 9,0%.

O ex-governador Helder Barbalho, mesmo sem poder disputar o cargo, ainda é lembrado por 5,4% dos entrevistados.

Nos cenários estimulados, a vantagem de Dr. Daniel se consolida. Cenário I (Com Mário Couto): Dr. Daniel lidera com 29,7% contra 21,9% de Hana Ghassan. O ex-senador Mário Couto (DC) aparece em terceiro com 12,2% , seguido por Cleber Rabelo (PSTU) com 4,1% e Araceli Lemos (PSOL) com 2,3%. Brancos, nulos ou nenhum somam 10,0% e os indecisos representam 19,9%.

Cenário II (Disputa Afunilada): Em uma eventual ausência de Mário Couto, Dr. Daniel sobe para 33,9% e Hana Ghassan vai a 27,0%. Cleber Rabelo e Araceli Lemos marcam 5,1% e 3,5%, respectivamente.

Simulação de Segundo Turno

O instituto Ampla testou um confronto direto entre as duas principais forças políticas do estado. Se o segundo turno fosse hoje, Dr. Daniel venceria com 47,4% das intenções de voto, abrindo quase 15 pontos de vantagem sobre Hana Ghassan, que pontua 32,8%.   Veja a pesquisa completa aqui