quinta-feira, 30 de julho de 2026

Ex-vereador Fernando Carneiro deve ser anunciado como vice na chapa do PSOL ao Governo do Pará


A definição do ex-vereador Fernando Carneiro como candidato a vice-governador na chapa encabeçada pela professora Araceli Lemos deve ser anunciada nesta quinta-feira (30). O PSOL realizará sua convenção partidária no dia 2 de agosto, quando deverá oficializar a chapa para a disputa pelo Governo do Pará.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Morre Alonso um dos líderes do Quilombo do Abacatal (Ananindeua)

 


NOTA DE PESAR*

É com imenso pesar e profunda tristeza que a Comunidade Quilombola do Abacatal comunica o falecimento de Alonço dos Santos Silva, um homem cuja vida foi marcada pelo compromisso, pela dedicação e pelo amor ao nosso território.

Alonço deixa um legado de luta, trabalho e respeito à nossa história, sua presença foi fundamental na construção e fortalecimento da identidade do Quilombo do Abacatal, sendo exemplo de coragem, simplicidade e compromisso com a coletividade.

Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares, amigos e toda a comunidade, pedindo a Deus que conceda conforto aos corações enlutados e receba Alonço em sua eterna morada.

Sua história permanecerá viva em nossa memória e em cada passo dado na defesa do nosso território.

Descanse em paz seu Alonço, teu legado jamais será esquecido! *Nota postada na página do Facebook da Comunidade do Abacatal

Ao menos 20 ex-senadores miram retorno ao Senado nas eleições de 2026

 


Via Congresso em Foco 

Com 54 das 81 cadeiras em disputa, eleição pode devolver à Casa rostos conhecidos, como Marina Silva, Simone Tebet, Roseana Sarney, Alvaro Dias e Gleisi Hoffmann. A eleição que renovará dois terços do Senado também poderá devolver à Casa políticos que já ocuparam suas cadeiras. Ao menos 20 ex-senadores tiveram a candidatura homologada, assumiram a condição de pré-candidatos ou aguardam a definição das alianças estaduais para entrar na disputa de outubro. A lista inclui nomes conhecidos nacionalmente como Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB), Roseana Sarney (MDB), Marcelo Crivella (Republicanos), Gleisi Hoffmann (PT) e Alvaro Dias (MDB).

Das 81 cadeiras, 54 estarão em jogo. Cada Estado e o Distrito Federal elegerão dois representantes para mandatos de oito anos, o que permitirá ao eleitor votar em dois candidatos. O terço restante, escolhido em 2022, permanecerá no cargo até 2031. O tamanho da renovação tornou a eleição para o Senado prioridade do governo e da oposição. Além de votar projetos e mudanças na Constituição, a Casa aprova indicações para o Supremo Tribunal Federal, a Procuradoria-Geral da República, o Banco Central e embaixadores. Também julga processos de impeachment contra presidentes da República e ministros do STF.

Para os ex-senadores, a volta reúne poder político, estabilidade e projeção nacional. O mandato de oito anos oferece mais segurança eleitoral do que os quatro anos da Câmara, e o Plenário de apenas 81 integrantes amplia o peso de cada parlamentar. O cargo ainda pode servir de plataforma para futuras candidaturas a governos estaduais ou à Presidência da República.

Dos 20 nomes identificados pelo Congresso em Foco, nove já foram escolhidos em convenções, seis se apresentam como pré-candidatos e cinco ainda avaliam a viabilidade eleitoral ou negociam espaço nas chapas. O cenário permanecerá aberto até 5 de agosto, prazo final para partidos e federações realizarem suas convenções. Os pedidos de registro deverão ser apresentados à Justiça Eleitoral até 15 de agosto.

A relação inclui oito deputados federais da atual legislatura. Além de Crivella, Roseana, Gleisi e Marina, José Medeiros (PL-MT), Benedita da Silva (PT-RJ), Eunício Oliveira (MDB-CE) e Aécio Neves (PSDB-MG) podem trocar a Câmara pelo Senado em 2027. Aécio é o único desse grupo que ainda não definiu se tentará renovar o mandato de deputado ou concorrerá a senador. Mudança de partido e de Estado

Duas das candidaturas mais simbólicas são de ex-senadoras que tentarão voltar à Casa por estados diferentes daqueles que representaram.

Simone Tebet foi senadora por Mato Grosso do Sul entre 2015 e 2023, então pelo MDB. Agora filiada ao PSB, concorrerá por São Paulo na chapa encabeçada por Fernando Haddad (PT), candidato ao governo estadual, e Márcio França (PSB), escolhido como vice.

A ex-ministra do Planejamento transferiu seu domicílio eleitoral para São Paulo e disputará pela primeira vez um mandato no maior colégio eleitoral do país. Sua candidatura foi oficializada pela aliança paulista em convenção realizada em 25 de julho.

Marina Silva também buscará uma das vagas paulistas. Eleita deputada federal por São Paulo em 2022, representou o Acre no Senado por dois mandatos consecutivos, de 1995 a 2011. Foi eleita nas duas ocasiões pelo PT, legenda que deixou em 2009, durante seu segundo mandato após divergências internas. A ex-ministra do Meio Ambiente concorrerá ao lado de Simone na chapa de Haddad.

Roseana volta após tratamento

No Maranhão, Roseana Sarney confirmou a tentativa de retornar ao Senado após concluir recentemente o tratamento contra um câncer de mama triplo-negativo. A doença havia colocado em dúvida sua participação nas eleições, mas a deputada federal decidiu concorrer e teve o nome homologado pelo MDB.

"Em qualquer idade você pode sonhar, você pode recomeçar. Estou recomeçando agora como se fosse minha primeira campanha", afirmou Roseana durante a convenção realizada no sábado (25).

Filha do ex-presidente José Sarney, ela foi senadora de 2003 a 2009. Deixou o mandato antes do fim para assumir pela segunda vez o governo do Maranhão. Agora, concorrerá ao lado do senador Weverton Rocha (PDT), também candidato pela aliança encabeçada por Orleans Brandão (MDB). Nove nomes já homologados

Além de Simone Tebet, Marina Silva e Roseana Sarney, outros seis ex-senadores já foram escolhidos em convenções:

Acir Gurgacz (PDT-RO) — representou Rondônia de 2009 a 2023, em dois mandatos. Seu nome foi aprovado por aclamação na convenção estadual do PDT.

Eduardo Amorim (Republicanos-SE) — ocupou uma cadeira por Sergipe de 2011 a 2019. A candidatura foi homologada na convenção conjunta de Republicanos e Avante.

Gleisi Hoffmann (PT-PR) — representou o Paraná de 2011 a 2019. Atual deputada federal, foi escolhida para disputar uma das duas vagas pela Federação Brasil da Esperança.

José Medeiros (PL-MT) — exerceu o mandato por Mato Grosso de 2015 a 2019, após Pedro Taques deixar a cadeira para assumir o governo estadual. Foi homologado pelo PL.

Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) — esteve no Senado de 2003 a 2016. Deixou o mandato após ser eleito prefeito do Rio e teve agora a candidatura oficializada pelo Republicanos.

Renato Casagrande (PSB-ES) — ocupou uma vaga pelo Espírito Santo de 2007 a 2010, antes de assumir pela primeira vez o governo capixaba. A convenção do PSB confirmou sua candidatura

Seis aguardam as convenções

Outros seis nomes assumiram publicamente a condição de pré-candidatos, mas ainda dependem da formalização partidária ou da composição final das alianças estaduais:

Benedita da Silva (PT-RJ) — uma das duas primeiras mulheres negras eleitas para o Senado, ao lado de Marina, exerceu o mandato de 1995 a 1998. Deixou a Casa para assumir a vice-governadoria do Rio. Em 2002, assumiu o governo estadual. É deputada federal desde 2011.

Eunício Oliveira (MDB-CE) — foi senador pelo Ceará de 2011 a 2019 e presidiu a Casa nos dois últimos anos do mandato. Atual deputado federal, afirma que pretende concorrer, mas depende da montagem final da chapa governista.

João Capiberibe (PSB-AP) — exerceu o mandato em dois períodos, de 2003 a 2005 e de 2011 a 2019. Aceitou a indicação do PSB para disputar novamente.

Jorge Viana (PT-AC) — representou o Acre de 2011 a 2019. Anunciou a pré-candidatura e percorre o estado em busca de apoio.

Pedro Taques (PSB-MT) — representou Mato Grosso de 2011 a 2014 e deixou a Casa para assumir o governo estadual. O PSB deverá oficializá-lo na convenção marcada para 30 de julho.

Rose de Freitas (MDB-ES) — representou o Espírito Santo de 2015 a 2023. É apontada como favorita para ocupar a segunda vaga da chapa governista, mas aguarda a convenção do MDB.  Cinco ainda avaliam a disputa

Outros cinco ex-senadores aparecem em pesquisas ou nas negociações para a formação das chapas, mas ainda não confirmaram definitivamente a entrada na corrida:

Aécio Neves (PSDB-MG) — representou Minas Gerais de 2011 a 2019. Atual deputado federal, avalia trocar a tentativa de reeleição à Câmara por uma candidatura ao Senado, mas aguarda a definição das alianças estaduais.

Alvaro Dias (MDB-PR) — esteve no Senado de 1983 a 1987 e, depois, por três mandatos consecutivos, de 1999 a 2023. Líder em pesquisas recentes, condiciona a candidatura à formação de uma aliança competitiva no Paraná. "Só confirmarei no domingo. Faltam alguns detalhes sobre composição", disse ele ao Congresso em Foco.

José Aníbal (PSDB-SP) — exerceu o mandato como suplente de José Serra entre 2016 e 2017 e novamente de 2021 a 2022. É apresentado como pré-candidato, mas aguarda uma decisão da Federação PSDB-Cidadania sobre a chapa majoritária paulista.

Paulo Hartung (PSD-ES) — ocupou uma cadeira pelo Espírito Santo de 1999 a 2002. Aparece entre os nomes competitivos para o Senado, mas também é cogitado pelo PSD para disputar o governo estadual. Hartung, porém, já admitiu que pode não concorrer este ano.

Paulo Rocha (PT-PA) — representou o Pará de 2015 a 2023. É uma das opções consideradas pelo PT e por partidos de esquerda, mas ainda não foi lançado formalmente.

O número de ex-senadores na corrida ainda poderá mudar até o fim das convenções. Alguns dos nomes hoje apenas cotados podem entrar efetivamente na disputa; outros poderão concorrer à Câmara, disputar governos estaduais ou permanecer fora das urnas.

O quadro definitivo começará a se formar depois de 5 de agosto, quando se encerra o prazo das convenções. Até lá, a renovação de dois terços do Senado conviverá com a tentativa de retorno de políticos que já passaram pelo plenário da Casa. Cinco ainda avaliam a disputa

Outros cinco ex-senadores aparecem em pesquisas ou nas negociações para a formação das chapas, mas ainda não confirmaram definitivamente a entrada na corrida:

Aécio Neves (PSDB-MG) — representou Minas Gerais de 2011 a 2019. Atual deputado federal, avalia trocar a tentativa de reeleição à Câmara por uma candidatura ao Senado, mas aguarda a definição das alianças estaduais.

Alvaro Dias (MDB-PR) — esteve no Senado de 1983 a 1987 e, depois, por três mandatos consecutivos, de 1999 a 2023. Líder em pesquisas recentes, condiciona a candidatura à formação de uma aliança competitiva no Paraná. "Só confirmarei no domingo. Faltam alguns detalhes sobre composição", disse ele ao Congresso em Foco.

José Aníbal (PSDB-SP) — exerceu o mandato como suplente de José Serra entre 2016 e 2017 e novamente de 2021 a 2022. É apresentado como pré-candidato, mas aguarda uma decisão da Federação PSDB-Cidadania sobre a chapa majoritária paulista.

Paulo Hartung (PSD-ES) — ocupou uma cadeira pelo Espírito Santo de 1999 a 2002. Aparece entre os nomes competitivos para o Senado, mas também é cogitado pelo PSD para disputar o governo estadual. Hartung, porém, já admitiu que pode não concorrer este ano.

Paulo Rocha (PT-PA) — representou o Pará de 2015 a 2023. É uma das opções consideradas pelo PT e por partidos de esquerda, mas ainda não foi lançado formalmente.

O número de ex-senadores na corrida ainda poderá mudar até o fim das convenções. Alguns dos nomes hoje apenas cotados podem entrar efetivamente na disputa; outros poderão concorrer à Câmara, disputar governos estaduais ou permanecer fora das urnas.

O quadro definitivo começará a se formar depois de 5 de agosto, quando se encerra o prazo das convenções. Até lá, a renovação de dois terços do Senado conviverá com a tentativa de retorno de políticos que já passaram pelo plenário da Casa.

terça-feira, 28 de julho de 2026

No Brasil, mulheres freelancers ganham quase 26% menos do que os homens, aponta estudo

 


Via  site JOTA por Mirielle Carvalho 

Taxa correspondente ao país é superior à média global, que apresenta uma desigualdade salarial de gênero entre freelancers no percentual de 19%. As mulheres que trabalham como freelancers no Brasil têm um gap salarial de 25,6% em relação aos homens. É o que aponta um estudo elaborado pela Remitly, empresa de serviços financeiros focada em remessas internacionais online. Os dados foram divulgados com exclusividade ao JOTA. De acordo com o levantamento, as freelancers brasileiras cobram em média U$ 27,57 por hora – o que corresponde ao montante de R$ 144,01 –, enquanto os homens cobram U$ 37,06, ou seja, R$ 193,58. A pesquisa ilustra ainda que a taxa correspondente ao Brasil é superior à média global, que apresenta uma desigualdade salarial de gênero entre freelancers no percentual de 19%. No cenário mundial, as mulheres que operam como freelancers cobram em média U$ 31,33 (R$ 163,65) por hora trabalhada. Já os homens precificam o seu horário em U$ 38,66 (R$ 201,94). O estudo examinou dados de mais de 58 mil freelancers cadastrados ao redor do mundo na plataforma norte-americana Upwork, utilizada por profissionais autônomos que prestam serviços de modo independente, sem vínculo empregatício fixo com a empresa contratante.

Para identificar a diferença salarial entre freelancers globalmente e em cada país analisado, a Remitly examinou a média de horários listada dos profissionais nas funções em destaque (gerentes de projetos, por exemplo) para cada categoria principal de trabalho – como administração e suporte – na Upwork. Leia mais


e-Título: o que você precisa saber sobre o título de eleitor digital

 


Via Agência Senado 

Com o celular na mão, você pode ter tudo o que precisa para votar. O e-Título, aplicativo da Justiça Eleitoral, serve como documento único nas urnas para o eleitor que fez biometria e tem sua foto cadastrada.

O aplicativo também permite consultar o local de votação, verificar a situação eleitoral, emitir certidões de quitação e de crimes eleitorais, justificar ausência às urnas e se cadastrar como mesário, tudo sem precisar ir a um cartório eleitoral.

Essa versão digital do título de eleitor está disponível gratuitamente para celulares e tablets. Para ativar, basta informar o número do título ou CPF, nome completo, nome dos pais e data de nascimento.

Biometria faz diferença

O e-Título vale como o título impresso e vai além: pode substituir o documento com foto na hora de votar, mas apenas para quem tem biometria cadastrada. Esse cadastramento é o processo em que a Justiça Eleitoral coleta impressões digitais, fotografia e assinatura.

Somente quem passou por esse cadastramento terá foto visível no app, e é essa foto que permite usar o e-Título como documento oficial único de identificação na seção eleitoral.

Quem ainda não tem o cadastro biométrico precisará apresentar um documento com foto nas eleições deste ano (veja abaixo quais são aceitos). Isso porque o prazo para fazer a biometria terminou em maio, e o serviço foi suspenso. Passado o pleito, em novembro, o eleitor poderá procurar a Justiça Eleitoral para se cadastrar.

A biometria existe para garantir que cada eleitor vote uma única vez, prevenindo fraudes eleitorais. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o cadastro já alcança 88,78% do eleitorado — cerca de 140 milhões de de um total de 158 milhões de eleitores.

E o título de papel?

Continua válido, mas sozinho não basta. O título impresso não tem foto e, por isso, não serve como documento de identificação nas urnas. Em qualquer situação, o eleitor precisa apresentar um documento oficial com foto.

Quais documentos são válidos para votar?

Além do e-Título, são aceitos para votar nas Eleições Gerais de 2026 (com 1º turno em 4 de outubro e eventual 2º turno em 25 de outubro) os seguintes documentos com foto:

Carteira de identidade (RG) ou identidade social

Carteira Nacional de Habilitação (CNH)

passaporte

Carteira de Trabalho

certificado de reservista

carteira de categoria profissional reconhecida por lei

Documentos com validade vencida também são aceitos. Certidões de nascimento ou casamento não valem como identificação nas urnas.

Com informações do TSE

Racha à vista: jornalista diz que líderes evangélicos ainda querem a vice de Hana


O jornalista e blogueiro Jeso Carneiro, considerado um dos mais respeitados profissionais da imprensa paraense, publicou que os bastidores da política paraense seguem em plena ebulição. Segundo ele, a cúpula da Comieadepa (Convenção de Ministros e Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Estado do Pará) foi convocada de última hora para uma reunião decisiva, realizada na segunda-feira (27), em Belém.

De acordo com o blogueiro, o encontro teve caráter estratégico e pode definir os próximos passos políticos da igreja após a oficialização, pelo Avante, do nome do deputado estadual e pastor Josué Paiva como candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Hana Ghassan (MDB). Lembrando que o PT emitiu uma nota confirmando que a vaga de vice na chapa pertence ao partido.

A reunião ocorreu a portas fechadas?

Qual será o verdadeiro impacto dessa articulação nos rumos da eleição? Esse foi o questionamento feito pelo jornalista.

Para mais informações, acesse o Portal do Jeso Carneiro.

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Prefeitura de Ananindeua quer ouvir a população sobre o orçamento 2027

 


Via Ananews - A Prefeitura de Ananindeua está construindo o planejamento do orçamento de 2027 e quer ouvir quem mais conhece a cidade: você.

Por meio da Consulta Pública da PLOA 2027, a população pode indicar quais áreas e investimentos devem ser prioridade no próximo ano. É uma oportunidade de contribuir diretamente para o futuro do nosso município.

Sua opinião ajuda a definir caminhos e fortalecer as ações que transformam Ananindeua.

Acesse o formulário,  aqui participe e compartilhe essa iniciativa com outras pessoas.