quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Câmara de Ananindeua institui Comenda Jornalista Eduardo Jorge Sillé para homenagear profissionais da imprensa

 


A Câmara Municipal de Ananindeua instituiu a Comenda Jornalista Eduardo Jorge Sillé, destinada a homenagear jornalistas, radialistas, blogueiros, comunicadores e outras personalidades que tenham prestado relevantes serviços à comunicação e à sociedade ananindeuense.

A iniciativa foi oficializada por meio de resolução apresentada pelo vereador Louro Frango, e promulgada pela Comissão Executiva da Câmara Municipal, no dia 3 de novembro de 2026, com assinatura do presidente da Casa, vereador Vanderray Lima da Silva.

De acordo com a resolução, a homenagem será concedida anualmente, em sessão solene, durante as comemorações do Dia Municipal da Imprensa. Cada vereador poderá indicar um homenageado, mediante justificativa fundamentada. A escolha será realizada por uma comissão designada pela Mesa Diretora da Câmara Municipal.

A honraria será entregue por meio de medalha, diploma ou placa comemorativa, reconhecendo a contribuição de profissionais e personalidades para o fortalecimento da imprensa e da comunicação no município.

A criação da comenda representa um reconhecimento à importância dos profissionais da comunicação, que desempenham papel fundamental na informação, na defesa da liberdade de imprensa e no registro da história política, social e cultural de Ananindeua. Eduardo Jorge Sillé, jornalista e redator, foi presidente do Jornal de Ananindeua Ananindeua (PA),  uma personalidade ligada à história da comunicação e da imprensa local.

Deputados ligados ao governo Helder, com base política em Ananindeua, estão conversando sobre seu futuro político no governo Dr. Daniel

 


Uma grande movimentação para o futuro governo Dr Daniel compor maioria não ALEPA. Essas conversas devem incluir vários parlamentares estadual, inclusive os deputados  Fábio Filgueiras e Erick Monteiro, agora é esperar às articulações

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Com informações 

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Trump perde maioria na Câmara e no Senado

 

Apuração Parcial

Câmara de Representantes: 435 vagas

Apurados: 370

Em apuração: 65

Democratas: 218

Republicanos: 142

Obs.: O Partido Democrata já atingiu a maioria (218) e vai eleger o presidente da Câmara de Representantes.

Informações do painel de apuração:

Senado 

  • ​Apuração Parcial

  • ​Senado Federal: 100 vagas

  • ​Senado Federal: 35 vagas em disputa

  • ​Obs.: no Senado a eleição ocorre de 6 e 6 anos, para 65 vagas. Nessas eleições intermediárias são eleitos 35 senadores

  • ​Apurados: 33

  • ​Em apuração: 02

  • ​Democratas: neste ano 20, total 54

  • ​Republicanos: neste ano 13, total 44

  • ​Obs.: o Partido Democrata já atingiu a maioria (51) e vai eleger o presidente do Senado.

  • ​Estados Unidos

  • ​100 cadeiras no Senado

  • ​35 em disputa

  • ​51 para a maioria

  • ​Sem eleição • 65

  • ​Sem definição • 2

  • ​Eleitos neste ano


Democratas conquistam o controle da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos


  Via Mídia Ninja 

TSUNAMI AZUL!   Democratas conquistam o controle da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos e avançam na disputa pelo Senado.

Segundo projeção da CBS News, os democratas devem conquistar pelo menos 218 cadeiras na Câmara, número necessário para garantir a maioria e retirar o controle da Casa das mãos dos republicanos.

Até o momento, o partido soma 51 senadores, 161 deputados e 22 governadores, segundo os resultados divulgados durante a apuração.

A apuração continua noite a dentro.

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

A eleição de Lula e os desafios da esquerda: comunicação, alianças políticas e a disputa pelo poder nos estados, por Marcão Fonteles*

Marcão Fonteles

Uma análise sobre a eleição de Lula precisa começar por uma questão fundamental: como um presidente com expressivas realizações políticas, econômicas e sociais enfrenta tamanha resistência eleitoral, enquanto um candidato sem entregas relevantes à sociedade consegue mobilizar parcela significativa do eleitorado?

A resposta não pode ser reduzida a um único fator. O sentimento antipetista, a força de setores políticos e econômicos conservadores, a influência de grandes grupos de comunicação e o poder das plataformas digitais compõem parte importante desse cenário. Há, entretanto, outros elementos que precisam ser considerados, como a influência do neopentecostalismo na formação da opinião pública e na mobilização eleitoral.

Também merece investigação a atuação de setores do Judiciário e o papel de Kassio Nunes como presidente do TSE advogando em favor de Bolsonaro, especialmente diante das controvérsias envolvendo a condução do processo eleitoral e as decisões do Tribunal Superior Eleitoral. Os favorecimentos e desequilíbrios são demonstrados por fatos e decisões concretas, e não podem ser excluídos de uma análise abrangente.

Não podemos esquecer da interferência internacional do governo norte americano, através de Trump e Rubio e do Zukemberg e as manipulações das Big Techs.

Não creio que a retórica antissistema e o discurso anticorrupção utilizados pela direita, tenham tido maior impacto, até porque trazem as contradições do próprio campo bolsonarista, que não está imune a denúncias, questionamentos e práticas políticas que afirma combater.

A batalha das redes sociais e a necessidade de regulação

Um dos principais desafios da esquerda está na comunicação política. A eleição demonstrou, mais uma vez, que as redes sociais deixaram de ser apenas instrumentos de divulgação para se transformarem em espaços centrais de disputa política, formação de opinião e influência sobre o comportamento eleitoral.

O uso dessas ferramentas, inclusive por estruturas de atuação internacional, exige uma discussão séria sobre a soberania nacional e a proteção da democracia.

De forma inequívoca houve um desequilíbrio na aplicação das regras das plataformas digitais. Enquanto páginas, grupos e canais de apoio a Lula enfrentavam restrições, suspensões e dificuldades para ampliar seu alcance, estruturas de comunicação ligadas ao bolsonarismo conseguiam multiplicar conteúdos e mobilizar redes de maneira extraordinária.

A própria suspensão de canais vinculados à campanha de Lula e as controvérsias envolvendo e tentando derrubar o chamado “Exército do Lula” demonstraram a importância de discutir os critérios de moderação, alcance e funcionamento das plataformas.

O episódio envolvendo a tentativa de limitar a atuação desse movimento, por iniciativa do então presidente do TSE, também merece ser analisado à luz das decisões e dos acontecimentos daquele período.

O fato é que o “Exército do Lula” se consolidou como uma importante força de mobilização digital e ajudou a enfrentar a hegemonia conservadora nas redes.

Não podemos continuar tratando esse problema como uma simples disputa entre militantes. É necessária uma legislação abrangente, que estabeleça transparência, responsabilidade e regras democráticas para o funcionamento das plataformas, combatendo a manipulação artificial de informações, as redes de desinformação e a interferência indevida, inclusive estrangeira, nos processos políticos nacionais.

A liberdade de expressão precisa ser preservada, mas não pode servir de justificativa para a manipulação organizada da opinião pública.

A ausência de uma estrutura de comunicação comprometida com a democracia

Outro aspecto importante é a fragilidade dos setores progressistas na disputa pela comunicação de massa.

A grande imprensa brasileira, historicamente concentrada em poucas famílias e grupos empresariais, exerce influência desproporcional na formação da agenda política nacional. O chamado Partido da Imprensa Golpista (PIG), expressão que caracterizar essa atuação, representa uma crítica à linha editorial e ao comportamento político da grande mídia.

É preciso reconhecer que importantes jornalistas, artistas e intelectuais brasileiros manifestaram apoio à candidatura de Lula e à defesa da democracia. Entretanto, manifestações individuais, por mais relevantes que sejam, não substituem a existência de uma estrutura permanente de comunicação, e indicam ser possível a criação de um competitivo instrumento de comunicação de caráter democrático.

O Estado brasileiro, por meio da publicidade institucional e de outros mecanismos legais, destina recursos expressivos aos grandes veículos de comunicação. É legítimo discutir os critérios de distribuição desses recursos, considerando a pluralidade, o interesse público e o compromisso com a informação de qualidade.

Não se trata de defender uma imprensa estatal ou partidária, tampouco de subordinar veículos de comunicação ao governo. A proposta é estimular, com critérios transparentes e democráticos, o fortalecimento de uma estrutura de comunicação independente, comprometida com a cultura, a democracia, a diversidade e o interesse público.

Uma rede de comunicação com essas características poderia oferecer contrapontos qualificados à cobertura dos grandes grupos, ampliar o espaço para diferentes interpretações dos acontecimentos e contribuir para enfrentar a desinformação.

Para isso, é necessária vontade política e uma estratégia de longo prazo. A comunicação não pode ser tratada apenas como instrumento auxiliar das campanhas eleitorais.

O desgaste natural da liderança de Lula

Outro ponto que merece atenção é a chamada fadiga de material.

A presença de Lula em uma disputa presidencial representa, indiscutivelmente, uma vantagem para o campo progressista. Sua trajetória, sua capacidade de diálogo e o reconhecimento nacional e internacional de sua liderança são ativos políticos extraordinários.

Entretanto, essa mesma presença também produz efeitos negativos. São décadas de ataques, campanhas de desqualificação, preconceito social e tentativas de associar sua trajetória política a uma imagem permanentemente negativa.

Há também um componente histórico e social que não pode ser ignorado: a resistência de parcelas das elites brasileiras à presença de um trabalhador, um operário, na Presidência da República, ocupando um espaço de protagonismo político e participando das grandes discussões internacionais sobre os rumos do mundo.

Lula reúne características que dificilmente serão reproduzidas por outro dirigente político. Entretanto, a esquerda precisa compreender que sua força eleitoral não pode se transformar em dependência permanente de sua liderança.

É necessário formar novas lideranças, ampliar a presença política nos estados e municípios e construir uma geração capaz de dar continuidade a esse projeto.

A capacidade de fazer alianças e a dificuldade de reproduzir esse modelo

Uma das maiores qualidades políticas de Lula é sua capacidade de construir alianças com setores diferentes, sem necessariamente abandonar os compromissos fundamentais de seu campo político.

A composição de suas chapas presidenciais com José Alencar e, posteriormente, Geraldo Alckmin demonstra essa capacidade de compreender a realidade política e construir maiorias.

Em ambos os casos, setores da esquerda aceitaram alianças com representantes de segmentos econômicos e políticos diferentes de sua própria origem ideológica, reconhecendo que a disputa pelo poder exige diálogo, composição e capacidade de negociação.

Esse entendimento, entretanto, nem sempre se reproduz nas disputas estaduais e municipais.

É frequente encontrar, dentro do próprio campo progressista, resistências à formação de alianças e a defesa de candidaturas chamadas de “puro-sangue”, mesmo quando a realidade política aponta para a necessidade de composições mais amplas.

A consequência pode ser o isolamento eleitoral e a perda de espaços estratégicos.

A esquerda precisa compreender que unidade política não significa uniformidade ideológica. É possível preservar princípios, defender um programa de governo e, ao mesmo tempo, construir alianças com forças que não compartilham integralmente de sua visão de mundo.

O custo da governabilidade e a força política do Centrão

Existe, ainda, uma contradição que precisa ser enfrentada: como reduzir a rejeição política a um governo que, para conseguir governar e aprovar projetos de interesse social, precisa fazer concessões a setores que nem sempre compartilham seus compromissos programáticos?

A necessidade de construir maiorias no Congresso Nacional leva o Executivo a negociar cargos, espaços institucionais e recursos orçamentários. Nesse ambiente, partidos do Centrão ampliam seu poder de barganha e transformam sua participação parlamentar em instrumento de fortalecimento político e eleitoral.

É uma relação que frequentemente produz desgaste para o governo, especialmente quando a população não distingue as responsabilidades do Executivo das concessões necessárias à governabilidade.

O problema, entretanto, não está apenas na negociação parlamentar. Está também na fragilidade da representação progressista no Congresso Nacional.

A votação de Lula nas eleições presidenciais não se converte automaticamente em bancadas de deputados e senadores capazes de sustentar seu projeto político.

Esse é um dos maiores desafios estratégicos da esquerda brasileira.

A estratégia territorial do Centrão e a disputa pelos estados

Os partidos do Centrão compreenderam há muito tempo que a conquista do poder nacional começa pela construção de estruturas políticas nos estados e municípios.

Sua estratégia não depende exclusivamente da eleição de grandes lideranças nacionais. Ao contrário, privilegia a formação de bancadas numerosas, compostas por parlamentares com forte influência regional e capacidade de mobilização eleitoral.

Estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste representam espaços importantes dessa disputa. Em muitos deles, a construção de bases eleitorais municipais e regionais permite eleger deputados, senadores, governadores, prefeitos e vereadores, formando estruturas de poder que se reproduzem ao longo do tempo.

Esses partidos são, em grande medida, pragmáticos. Suas alianças e posições políticas frequentemente se orientam menos por compromissos ideológicos e mais pela possibilidade de conquistar espaços institucionais, ministérios, comandos de empresas públicas e influência sobre a distribuição de emendas parlamentares.

A força do Centrão está justamente na capacidade de transformar uma quantidade expressiva de mandatos individuais em poder coletivo de negociação.


Partidos como PL, PP, Republicanos, União Brasil e PSD demonstram, com diferentes características, a importância dessa estratégia de ocupação territorial e construção de bancadas.


Enquanto isso, os partidos progressistas frequentemente concentram seus esforços na eleição de lideranças de maior expressão nacional, especialmente nos grandes centros políticos e econômicos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.


Essa escolha tem seu valor, mas não pode representar o abandono de outros territórios.


O resultado é uma assimetria: a esquerda pode conquistar uma expressiva votação presidencial e, ao mesmo tempo, continuar minoritária nas casas legislativas.


O problema não é a qualidade das lideranças eleitas nos grandes centros. É a ausência de uma estratégia igualmente consistente para ampliar a representação progressista nos demais estados.


*A necessidade de mudar o foco eleitoral*


É hora de rever essa estratégia.


A esquerda precisa ampliar sua presença nos estados onde o Centrão construiu suas principais bases eleitorais. Acre, Pará e outros estados do Norte e Nordeste, por exemplo, não podem ser tratados como espaços secundários na estratégia nacional dos partidos progressistas.


O voto de um deputado eleito nesses estados tem exatamente o mesmo peso institucional daquele conquistado nos maiores colégios eleitorais do país. Uma bancada mais numerosa, comprometida com um programa democrático e popular, pode fazer diferença decisiva na aprovação de projetos, na defesa do governo e na sustentação de políticas públicas.


Isso exige investimentos permanentes na formação de lideranças regionais, na organização partidária, na presença municipal e na construção de candidaturas competitivas para as assembleias legislativas, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal.


Não basta aparecer nos estados durante o período eleitoral. É preciso construir presença política permanente, estabelecer vínculos com os movimentos sociais, compreender as realidades regionais e oferecer alternativas concretas à população.


A disputa pelo Congresso Nacional não pode começar apenas quando se aproxima uma eleição presidencial.


*Um projeto de poder que precisa ir além de Lula*


A vitória eleitoral de Lula, por maior que seja sua importância, não resolve os problemas estruturais da esquerda brasileira.


É necessário compreender que a disputa política ocorre simultaneamente em várias frentes: na comunicação, nas redes sociais, na cultura, nas igrejas, nos movimentos populares, nos governos estaduais e municipais e, principalmente, na representação parlamentar.


A esquerda precisa aprender com a estratégia de ocupação territorial do Centrão, sem reproduzir suas práticas políticas. Precisa ampliar alianças sem perder identidade, construir uma política de comunicação permanente e investir na formação de novas lideranças.


Lula demonstrou que é possível reunir forças diferentes em torno de um projeto nacional. O desafio agora é transformar essa capacidade individual em uma estratégia coletiva, capaz de sobreviver à sua liderança.

A questão central não é apenas como eleger Lula. É como construir uma força política e social suficientemente organizada para governar o Brasil, sustentar um projeto democrático e popular e disputar o poder em todas as instâncias da República.

Esse é o debate que a esquerda precisa enfrentar, com coragem, autocrítica e visão estratégica.

*José Marcos Araujo_ - Marcão Fonteles 

Bancário aposentado, sindicalista e filiado ao PT - PA

Governador eleito Dr. Daniel toma posse no dia 6 de janeiro


Com a mudança  (a posse era 1° de janeiro), governadores e vice-governadores eleitos tomam posse no dia 6 de janeiro de 2027.

Principais pontos sobre a mudança:

• Nova data: A posse de governadores e vice-governadores foi alterada para 6 de janeiro de 2027, conforme divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

• Presidente da República: Toma posse no dia anterior, em 5 de janeiro de 2027, em Brasília.

• Parlamentares: Deputados federais e senadores mantêm a posse em 1º de fevereiro de 2027.

• Motivo da alteração: A mudança foi estabelecida pela Emenda Constitucional nº 111/2021 para separar os eventos do feriado de Ano-Novo e permitir que os governadores possam acompanhar a posse presidencial em Brasília antes de assumirem em seus estados.

• Prazo de diplomação: A diplomação dos eleitos pela Justiça Eleitoral deve ocorrer até 18 de dezembro de 2026.