quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Morreu nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026, o ex-deputado estadual Raimundo Nonato Guimarães, aos 67 anos


Via Estado do Pará Online 
Nonato Guimarães foi uma figura histórica do Partido dos Trabalhadores no Pará (PT-PA), legenda à qual se filiou em 1986. Ao -: longo de sua trajetória pública e política, ele ocupou postos de grande relevância, tais como:
• Deputado Estadual: Exerceu mandato na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), onde também atuou como líder da bancada do PT.
• Presidente do PT-PA: Comandou o diretório estadual do partido na década de 1990.
• Liderança Municipal: Foi presidente do diretório municipal do partido em Mãe do Rio entre 1989 e 1990.
Sua atuação política foi fortemente marcada pelo envolvimento com os movimentos sociais, pela defesa da reforma agrária, pelo fortalecimento do acesso ao crédito agrícola e pela busca por melhores condições de vida para os trabalhadores rurais.
A confirmação de seu falecimento foi feita por meio de notas oficiais de pesar emitidas pelo PT do Pará e por parlamentares e correligionários do estado.

Apresentadora Angélica declara voto em Lula

 


Em vídeo postando em suas redes sociais, a  apresentadora e mulher de Luciano Hulk drclara voto em Lula 

Lula sanciona nesta quarta-feira lei que prevê perdão de dívidas e aumento do teto de faturamento para MEIs


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve sancionar nesta quarta-feira (21) a lei que prevê o perdão de dívidas de microempreendedores individuais (MEIs) e o aumento do limite de faturamento anual da categoria.

A proposta, aprovada pelo Congresso Nacional, prevê a elevação progressiva do teto de faturamento, dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.

O texto também contempla o perdão de débitos com a União, com condições para que os beneficiários mantenham os pagamentos em dia após a promulgação da lei e desistam de eventuais disputas judiciais relacionadas às dívidas.

A medida integra o pacote de ações do governo federal voltado ao fortalecimento dos pequenos negócios e à ampliação das condições de atuação dos microempreendedores individuais.

Fonte: Folha de S.Paulo


terça-feira, 20 de outubro de 2026

TRANSPORTE GRATUITO GARANTIDO NO 2º TURNO NO PARÁ!


O voto é um direito de todos e nenhuma dificuldade de deslocamento pode impedir o povo de exercer a sua cidadania. Por meio do Decreto nº 5.715, o Governo do Pará garantiu passe livre no transporte intermunicipal (rodoviário e aquaviário) e no sistema metropolitano (ônibus e BRT) para o dia das eleições!

Confira no carrossel todas as regras, prazos e documentos necessários para viajar de graça e garantir o seu voto no domingo (25/10).

Não deixe ninguém para trás: Salve esta publicação, envie nos grupos do WhatsApp e ajude a espalhar essa informação!

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Coordenadora econômica de Bolsonaro afirma que Bolsa Família pode acabar em dois anos

 


A coordenadora econômica ligada à campanha de Bolsonaro afirmou que o Bolsa Família poderá ser encerrado em um prazo de dois anos. A declaração levanta questionamentos sobre o futuro do programa de transferência de renda, que atende milhões de famílias brasileiras em situação de vulnerabilidade social.

A possível mudança reacende o debate sobre as políticas sociais e seus impactos na população de baixa renda. Vídeo jornalista da Fórum Rovai

Lula desafia Flávio Bolsonaro a abrir sigilo bancário


 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desafiou o senador Flávio Bolsonaro a abrir seu sigilo bancário, em meio ao embate político entre os dois.

A proposta coloca em pauta a transparência sobre as movimentações financeiras e promete ampliar a disputa de declarações entre os dois políticos.

Benito Di Paula morre em São Paulo, aos 84 anos, e deixa obra singular no samba

 


Via G1- OBITUÁRIO

Um dos cantores e compositores mais populares do Brasil nos anos 1970, Benito Di Paula morreu na noite deste domingo, 18 de outubro, aos 84 anos. O artista faleceu no Hospital 9 de julho, em São Paulo (SP), em decorrência de complicações de um câncer de próstata. O artista lutava contra a doença há cerca de um ano. Ainda não há informações sobre o velório e o enterro do cantor.

Cantor, compositor e músico fluminense, Benito Di Paula nasceu Uday Velloso (28 de novembro de 1941 – 18 de outubro de 2026) na cidade de Nova Friburgo (RJ) e foi criado no Rio de Janeiro (RJ). Mas o Brasil já o conheceu como Benito Di Paula a partir dos anos 1970, década em que o artista fez sucesso nacional com um samba diferente, esquema novo.

Benito Di Paula jamais se considerou um sambista da dinastia de Martinho da Vila e Paulinho da Viola, cantores e compositores que também obtiveram grande sucesso na década de 1970 no segmento do samba. Benito sempre se rotulou publicamente como sambeiro e como pianeiro. Foi no toque percussivo do piano que Benito Di Paula fazia a própria batucada com um suingue brasileiro que, de certa forma, antecipou o pagode paulista que seria propagado nos anos 1990 por grupos como Raça Negra com arranjos cheios de teclados. E o fato é que o sambeiro pianeiro imprimiu assinatura singular na música do Brasil.

Diplomado na escola noturna das boates, território onde constatou que o manuseio das teclas do piano surtia efeito de batucada, Benito Di Paula marcou época nos palcos dos auditórios dos programas de TV com o informal visual de gala composto por anéis, casacas, colares, gravatas borboletas, pulseiras e, claro, os cabelos longos e outrora cacheados. Quem viveu no Brasil ao longo dos anos 1970 lembra da figura de Benito.

O cantor debutou no mercado fonográfico em 1967 e lançou em 1971 o primeiro álbum, “Benito Di Paula” (1971), ao qual se sucedeu o segundo, “Ela” (1972), apresentado um ano depois com o primeiro sucesso do artista, “Violão não se empresta a ninguém” (1972).

Contudo, o reinado de Benito Di Paula começou de fato em 1973 com dolente samba-canção, “Retalhos de cetim”, apresentado em single blockbuster naquele ano de 1973.

“Retalhos de cetim” foi o ponto de partida para o sucesso de obra que – calcada no mix do piano tocado pelo artista com instrumentos de percussão – rendeu sucessivos hits até 1984, mas sobretudo no período que foi de 1973 a 1977. Nesse período, foi impossível ignorar “Charlie Brown” (1974), “Beleza que é você mulher” (1974), “Bandeira do samba” (1975), “Como dizia o mestre” (1975), “Vai ficar na saudade” (1975), “Tudo está no seu lugar” (1976), “Do jeito que a vida quer” (1976, grande samba dos versos confessionais “...É que meu samba me ajuda na vida / Minha dor vai passando esquecida”), “Assobiar e chupar cana” (1977) e “Proteção às borboletas” (1977).

Apresentadas ao longo de quatro anos, no já mencionado período de 1973 a 1977, auge da carreira de Benito, essas músicas atestaram o talento do compositor para fazer samba descolado da matriz do gênero, ainda que a assumida maior influência do sambeiro tenha sido a obra do bamba Ataulfo Alves (1909 – 1969).

Lançados em discos editados pelo cantor na gravadora Copacabana, na qual Benito permaneceu até 1980 e para a qual voltou brevemente em 1987 e em 1992, esses sucessos da década de 1970 já são suficientes para garantir a imortalidade de Benito Di Paula na galeria dos criadores da música do Brasil.

Contudo, o cantor ainda emplacou eventuais hits na primeira metade da década de 80. “Ah! Como eu amei”, música dos irmãos Jota Vellozo e Nei Vellozo, garantiu a Benito bom lugar nas playlists de 1981. Parceria de Benito com Márcio Brandão Carneiro, “Amigo do sol, amigo da lua” (1984) tocou bem nas rádios e na TV. Tema da trilha sonora da novela “A gata comeu” (TV Globo, 1985), “Amigo do sol, amigo da lua” foi o último sucesso de Benito Di Paula, ainda que o cantor tenha continuado a lançar discos com regularidade até 1996, ano em que apresentou o álbum “Baileiro” sem repercussão.

Desde então alijado do mercado fonográfico pela máquina das gravadoras, Benito Di Paula apresentou somente mais dois álbuns com músicas inéditas, “A felicidade é nossa” (2017) e o relativamente recente “O infalível zen” (2021), disco com o qual celebrou 80 anos de vida.

Nos últimos anos, a obra inovadora de Benito Di Paula passou por processo de reavaliação e gerou tributos na área fonográfica e também no Carnaval. Em 2025, o artista foi enredo da escola de samba Águia de Ouro, uma das mais importantes do Carnaval paulistano. A agremiação desfilou com o enredo “Em Retalhos de Cetim, a Águia de Ouro do jeito que a vida quer” e com a presença do próprio Benito, emocionado, em um dos carros alegóricos.

No entanto, o aval mais importante, o do público, sempre foi dado de imediato a esse cantor, compositor e instrumentista que deixa o nome gravado na história da música popular do Brasil ao morrer a um mês de completar 85 anos.