sexta-feira, 27 de março de 2026

Eleição no Pará deve focar em novo modelo de desenvolvimento, não em disputa ideológica


 A disputa eleitoral para o governo do Estado agora em 2026 deve ser a mais rica no aspecto da democracia moderna. O eleitor e a população em geral podem ter um debate rico sobre um novo modelo de desenvolvimento para o estado.

Os candidatos terão que apresentar seus projetos. Hoje, o modelo político e de concepção do Pará não atende boa parte da população. Temos riquezas na área mineral e agropecuária, mas boa parte da população não tem acesso.

Um fato que chama atenção é o serviço de abastecimento doméstico de água. Hoje temos sérios problemas com falta constante de água nas torneiras. Isso já acontecia antes de a Cosanpa ser vendida; hoje, com a empresa que a comprou, piorou. Como explicar para alguém de fora do estado que aqui falta água nas torneiras, se a chuva é abundante?

Temos a questão da energia elétrica. O Pará é um grande gerador e, hoje, o paraense paga uma das maiores tarifas do Brasil.

A CPI da Vale, até agora, não resultou em nada, e a riqueza do minério não chega à "mesa" da população.

A migração de jovens e, depois, de suas famílias para o Sul e Sudeste do Brasil não é debatida no governo. A taxa de trabalhadores na informalidade é altíssima no estado.

Qual a proposta que os candidatos ao governo vão apresentar e cumprir para resolver esses e outros problemas?

 A gestão atual não conseguiu implantar um novo modelo de desenvolvimento. A estagnação econômica da população é visível.

Nos rincões da Amazônia paraense, a população sobrevive por meio das políticas sociais do governo federal. Há locais em que o Estado não chega.

É preciso mudar essa realidade, sem querer fazer a polêmica esquerda x direita. No Pará, esse debate não cabe.

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria e decidiu derrubar a prorrogação da CPMI do INSS


Por 8 votos a 2, o STF anulou a decisão do ministro André Mendonça que havia autorizado a extensão da comissão. 

A Corte entendeu que quem decide prorrogar CPMI é o Congresso, não o Judiciário. 

 Consequência direta

Sem a prorrogação, a CPMI do INSS deve ser encerrada (prevista para 28 de março). 

 Como votaram os ministros

Contra a prorrogação (maioria): Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin. 

A favor da prorrogação: André Mendonça e Luiz Fux. 

 Contexto

A CPMI investiga fraudes em descontos indevidos em benefícios do INSS. 

O julgamento também teve críticas de ministros sobre vazamento de dados sigilosos durante a comissão. 

 Resumo:

Sim — o STF derrubou a prorrogação da CPMI do INSS, e com isso a comissão deve ser encerrada, salvo nova decisão política do Congresso.

Se quiser, posso te explicar o impacto político disso para as eleições no Pará ou no cenário nacional.Com informações: InfoMone; Veja e Wikipedia

quinta-feira, 26 de março de 2026

O prefeito Dr. Daniel se reuniu com o vice-presidente Geraldo Alckmin e afirmou que, no Pará, está articulando a formação de uma frente ampla para disputar as eleições


O encontro ocorreu nesta quinta-feira (26), um dia após o prefeito se filiar ao Podemos e sua esposa, a deputada Alessandra Haber, ingressar no PSB.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Deputada Alessandra Haber se filia ao PSB


A filiação aconteceu nesta quarta (25), na  sede do partido, em Brasília. Estiveram presentes o presidente do PSB, João Campos; o prefeito de Ananindeua, Dr. Daniel Santos; o vice-prefeito, Hugo Atayde; e Carlos Siqueira, presidente da Fundação João Mangabeira.

Dr.Daniel vai disputar o governo do Pará pelo Podemos


Nesta quarta (25), em Brasília, o prefeito de Ananindeua filiou-se ao partido Podemos. Pré-candidato ao governo do Pará, ele é apontado por institutos de pesquisa como líder na disputa.

Mês do Consumidor: 12 milhões de pessoas ingressaram na plataforma Não me Perturbe para evitar chamadas indesejadas


 Via ABR Telecom

Solução da ABR Telecom permite bloquear ligações de empresas de telecom e de bancos que oferecem consignado

 Diariamente, milhares de consumidores recebem insistentes ligações de telemarketing, gerando frequentes incômodos aos usuários de telefonia móvel e fixa. Desde 2019 até o momento, 12 milhões de pessoas ingressaram na plataforma “Não me Perturbe” para bloquearem chamadas indesejadas.

A plataforma foi desenvolvida pela Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom) a pedido das grandes empresas de telecomunicações nacionais, como uma iniciativa de autorregulação do setor. O objetivo foi permitir que as pessoas pudessem se cadastrar para não receber mais chamadas de telemarketing das operadoras. A iniciativa depois foi adotada pelos bancos que vendem crédito consignado e adotada pela Anatel, em 2025, em seu novo Regulamento de Direitos do Consumidor, como obrigação para todas as empresas de telecomunicações com mais de 5 mil usuários.

O novo Regulamento da Anatel obriga todas as prestadoras, incluindo as de pequeno porte, a se cadastrarem no ‘‘Não Me Perturbe" e, com isso, permitirem que o consumidor possa decidir de quem aceita ou não receber ofertas produtos e serviços, dentre empresas de telecomunicações (que oferecem telefonia, serviços de banda larga e TV) e instituições financeiras (que oferecem serviços de empréstimo consignado e cartão de crédito consignado).

“O volume de pessoas que ingressou na plataforma demonstra a importância da plataforma. Ainda estamos em uma fase de adesão das empresas de telecomunicações de pequeno porte e com uma expectativa grande de que as mais de 500 operadoras atingidas pelo novo regulamento completem sua adesão na plataforma. Pelas nossas avaliações, até o momento aproximadamente 25% dessas empresas já aderiram”, informou Abraão Balbino, presidente da ABR Telecom.

Como fazer para parar de receber ligações indesejadas?

Como o consumidor registra sua opção na plataforma Não Me Perturbe?

1) Cadastre-se no site da plataforma: É simples, basta nome, CPF, e-mail e definir uma senha: Link

2) Confirmação: Valide o cadastro com o código enviado.

3) Novo Bloqueio: Faça login, vá em "Novo Bloqueio" e insira o número de telefone (com DDD) que deseja bloquear para o recebimento das chamadas.

4) Selecione Empresas: Escolha as prestadoras de telecomunicações e instituições financeiras (consignado) que deseja bloquear, ou marque "todas".

5) Finalize: Clique em "Enviar". O bloqueio é efetivado em até 30 dias. 

Sobre a ABR Telecom

A Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom) atua na gestão centralizada de soluções tecnológicas em ambientes compartilhados, gerando valor para prestadoras de telecomunicações.

As soluções da ABR Telecom são desenvolvidas em parceria com suas Associadas e os serviços prestados são viabilizados por alianças estratégicas que empregam recursos de alta tecnologia, alinhadas às melhores práticas de segurança da informação e da privacidade e proteção dos dados.

Desde 1998, a ABR Telecom tem ampliado seu portfólio com serviços inovadores e continua fortalecendo seu crescimento com a vasta experiência na gestão centralizada de soluções tecnológicas, entre os quais destacam-se: Entidade Administradora da Portabilidade Numérica (EA), Entidade Administradora do Sistema Informatizado da Numeração (EASI), Entidade Supervisora de Ofertas de Atacado (ESOA), Entidade de Suporte de Aferição da Qualidade (ESAQ), Autoridade de Identificação e Autenticação (AIA), e Soluções de Notificação de Emergência, dentre

terça-feira, 24 de março de 2026

Moraes concede prisão domiciliar temporária a Bolsonaro

 


Via site JOTA por Flávia Maia 

 Filhos permitidos em horários específicos, visitas suspensas e proibição de aglomeração estão entre os termos; prazo inicial é de 90 dias

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (24/3) a prisão domiciliar temporária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) devido ao agravamento de problemas de saúde. O prazo inicial é de 90 dias. O ex-presidente está internado desde 13 de março em um hospital de Brasília, quando foi diagnosticado com broncopneumonia aspirativa e problemas renais. Bolsonaro está preso desde 22 de novembro de 2025, após ser condenado por tentativa de golpe de estado. Desde que foi internado, porém, ministros do Supremo começaram a levar a possibilidade, em conversas entre si e com Moraes, relator do processo da trama golpista, de prisão domiciliar. Nos bastidores, uma das preocupações era o risco de morte do ex-presidente na prisão, o que poderia ser ruim para a imagem do STF. Moraes impôs condições, como o uso de tornozeleira eletrônica e movimentação apenas dentro da casa. Apenas sua esposa, Michelle Bolsonaro, sua filha, Laura Firmo Bolsonaro, e sua enteada, Letícia Marianna Firmo da Silva, terão livre acesso ao ex-presidente, uma vez que habitam no mesmo local.

Ficam autorizadas as visitas permanentes de seus filhos Flávio, Carlos e Jair Renan Bolsonaro, nas mesmas condições da Papudinha, ou seja, às quartas e sábados, em um dos seguintes horários: 8h às 10h, 11h às 13h e 14h às 16h.

As demais visitas ficam suspensas por 90 dias “para resguardar o ambiente controlado necessário, principalmente para se evitar o risco de sepse e controle de infecções”, diz um trecho da decisão. Médicos, advogados e fisioterapeutas cadastrados podem ter acesso ao ex-presidente, sem necessidade de autorização judicial.

Moraes também proibiu o uso de celulares, de redes sociais e gravação de vídeos ou áudios, assim como o acesso e permanência de quaisquer acampamentos, manifestações ou aglomerações de indivíduos em um raio de um quilômetro do endereço residencial de Bolsonaro, “notadamente para a participação de quaisquer atos que possam comprometer a higidez da prisão domiciliar humanitária do custodiado”, escreveu o ministro.

Moraes também autorizou a internação urgente do custodiado, sem necessidade de prévia decisão judicial, quando houver orientação médica.

Caberá ao 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal e ao Subdiretor do Núcleo de Custódia da Polícia Militar - NCPM, Tenente-Coronel Allenson Nascimento Lopes, adotar as providências cabíveis para a fiscalização da prisão domiciliar humanitária, com envio de relatórios semanais ou comunicação imediata em caso de descumprimento de qualquer medida.

Pela decisão, deve haver monitoramento presencial na área externa da residência e devem ser feitas vistorias em porta-malas de todos os veículos que saírem da residência do réu. Movimentações pela domiciliar

Além da movimentação interna no Supremo, atores externos também contribuíram para a concessão da domiciliar. Uma delas foi a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que conversou pessoalmente com o presidente do STF, Edson Fachin. Outro articulador pela domiciliar foi o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que chegou a abordar o assunto em agendas com cinco ministros — Moraes, Fachin, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Cristiano Zanin.

Por fim, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou um dia antes, nesta segunda-feira (23/3), a favor da domiciliar. Para ele, a “evolução clínica” do ex-presidente recomenda a flexibilização do regime. No dia 5 de março, a 1ª Turma do STF, responsável por julgar o processo da trama golpista, havia negado outro pedido. Mas, na visão de Gonet, a situação mudou desde então.