Nas peças da candidata ao Governo, do candidato ao Senado e de candidatos a deputado do partido, o nome do presidente não aparece.
POR QUE SERÁ?
Estratégia eleitoral ou tentativa de evitar a associação direta com Lula?
Nas peças da candidata ao Governo, do candidato ao Senado e de candidatos a deputado do partido, o nome do presidente não aparece.
POR QUE SERÁ?
Estratégia eleitoral ou tentativa de evitar a associação direta com Lula?
Uma homenagem da professora e militante socialista em textos e imagens à trajetória dessa destacada figura do comunismo brasileiro e dos universos político e cultural paraenses, _Meu Antônio_ tem apresentação de Ivana Jinkings, prefácio de José Paulo Netto, orelha de Marcelo Rubens Paiva, posfácios de Amarílis Tupiassú e Roberto Corrêa, fotos de Leila Jinkings, além de depoimentos dos filhos e de camaradas e amigos.
Serviço: domingo, 6/9, às 17h, na "Casa das Onze Janelas", Casa do Saulo (Salão das Pedras). Belém (PA), 06/09 de, às 17h.
Música: Kareka Braga
Confirme, por favor, sua presença pelo e-mail livroisajinkings@gmail.com
Os principais números
Indicador Pará Brasil
Informalidade 56,5% 37,3%
Trabalhadores por conta própria 29,9% 25,5%. O que esses dados mostram
Mais da metade dos pontos trabalhadores paraenses está na informalidade, uma das maiores taxas do país.
Apenas 55,9% dos empregados do setor privado têm carteira assinada, bem abaixo da média nacional. Fonte IBGE.
Quase 3 em cada 10 trabalhadores vivem do trabalho por conta própria, o que evidencia a dificuldade de acesso ao emprego formal.
Desafio para o próximo governo
Mesmo com a melhora do mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos, o Pará continua entre os estados com maior precarização do emprego. A geração de postos formais, a qualificação profissional e a diversificação da economia tendem a estar entre os principais desafios da próxima gestão estadual.
As Eleições 2026 começam com um novo marco para a presença indígena na política institucional. Levantamento realizado pela Campanha Indígena, iniciativa da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), a partir dos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSaE), reúne 191 candidaturas de pessoas que se declararam indígenas em todo o país. É o maior número registrado em eleições gerais desde que o TSE passou a incluir dados de cor e raça das candidaturas, em 2014.
A série mostra uma ampliação contínua dessa presença. Em 2014, foram registradas 85 candidaturas indígenas. O número passou para 133 em 2018 e chegou a 186 em 2022. Agora, em 2026, são 191. Em doze anos, o número cresceu 125%.
A disputa para a Câmara dos Deputados alcança uma marca própria. São 75 candidaturas indígenas a deputado federal em 2026. Em 2014 eram 25, número que passou para 39 em 2018 e 59 em 2022. Em doze anos, a quantidade triplicou. As assembleias legislativas reúnem a maior quantidade de candidaturas indígenas neste ano, com 99 nomes. Outras três pessoas concorrem a deputado distrital no Distrito Federal.
A lista também reúne quatro candidaturas ao Senado, três aos governos estaduais e duas a vice-governador. Há ainda cinco candidaturas às suplências do Senado.
As candidaturas indígenas estão presentes em 26 unidades da federação. A Amazônia Legal concentra 80 das 191 candidaturas registradas em 2026, o equivalente a 41,9% do total. Na região Sudeste, são 37 candidaturas, seguida pelo Nordeste, com 34, pelo Centro-Oeste, com 27, e pelo Sul, com 14.
Essa presença alcança estados inseridos nos seis biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa. A distribuição mostra que a participação indígena nas eleições reúne experiências políticas construídas em diferentes territórios e realidades do país.
“Chegar a 191 candidaturas indígenas representa um dado eleitoral e a prova concreta de uma caminhada histórica de resistência e de cobrança dos nossos povos por espaço e respeito no poder. Essa realidade evidencia a ausência que ainda persiste nas estruturas de decisão do país. Estamos presentes em 26 unidades da federação, com 64 povos registrados na disputa e uma marca histórica de 75 candidaturas à Câmara dos Deputados. Essa presença nasce dos territórios e amplia, com força política, nossa exigência de participação efetiva nos rumos do Brasil”, avalia Marcos Sabaru um dos coordenadores políticos da Campanha Indígena.
Mulheres indígenas
As mulheres também ocupam uma parcela cada vez maior dessa presença indígena nas eleições. Das 191 candidaturas registradas em 2026, 84 são de mulheres, o equivalente a 43,8% do total. Em 2014, primeiro ano da série do TSE, eram 29 mulheres entre 85 candidaturas indígenas. O número passou para 49 em 2018 e chegou a 85 em 2022. Em 2026, com 84 candidaturas, a presença das mulheres permanece próxima ao maior patamar já registrado nas eleições gerais.
“As mulheres indígenas chegam a esta eleição com 84 candidaturas, representando quase 44% de toda a presença indígena na disputa. Em doze anos, o número de mulheres candidatas cresceu cerca de 190%. Esse avanço carrega a força das mulheres que organizam as lutas nos territórios e agora ampliam sua presença nos espaços de decisão”, reforça Alana Manchineri uma das coordenadoras da Campanha Indígena.
Essa trajetória mostra que a ampliação da presença indígena nas urnas também tem sido acompanhada por uma participação maior das mulheres na disputa pelos espaços de decisão.
Povos presentes na disputa
Os dados registrados pelo TSE apontam que 64 povos estão presentes na disputa eleitoral de 2026. O povo Macuxi, em Roraima, concentra 13 candidaturas, o maior número entre os povos identificados na base. Em seguida aparece o povo Guarani Kaiowá, com 12 candidaturas em Mato Grosso do Sul. A base também registra oito candidaturas Guaraní, sete Mundurukú, seis Múra e seis Terena.
Os dados mostram que o crescimento da participação indígena nas eleições também se expressa na presença de diferentes povos e territórios na disputa política do país.
Rogério Correia, pela sua atuação no Congresso, deve ser um dos parlamentares mais bem votados de Minas Gerais.
Nesta quinta-feira, às 19h Ao vivo no canal do YouTube (acesse aqui)do Jornal Digital AnanindeuaDebates.