quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Rio decide fechar Copacabana no Réveillon para evitar aglomerações, diz TV


Via UOL

O prefeito em exercício  Rio de Janeiro, Jorge Felippe (DEM), decidiu "isolar" Copacabana durante o Réveillon para evitar aglomerações. Só moradores poderão circular no bairro da zona sul fluminense. A informação foi divulgada hoje pela GloboNews.

A decisão foi tomada ontem após uma reunião de Felippe com o governador em exercício Cláudia Castro (PSC). Eles se reuniram no Palácio Guanabara e Castro propôs o fechamento do bairro.

Segundo a GloboNews, o prefeito em exercício ainda estuda impedir a entrada de ônibus de excursão na cidade do Rio de Janeiro —ele deve entrar em contato com a Polícia Rodoviária Federal para discutir uma solução.

Com isso, ambulantes de regiões onde tradicionalmente acontecem festas também serão impedidos de trabalhar.

Na semana passada, o Rio anunciou o cancelamento de todas as festas oficiais de fim de ano. De acordo com a prefeitura, a decisão foi motivada "em favor da segurança de todos e em respeito a todas as vítimas".

Proibição de festas privadas

A Prefeitura do Rio de Janeiro já havia anunciado, no último dia 17, que não seria permitida a realização de festas privadas em quiosques na orla da cidade durante o Réveillon.

A medida foi firmada em reunião com presidente da Riotur, Fabricio Villa Flor, e o presidente da Orla Rio, João Marcello, que administra os mais de 300 quiosques da orla carioca, do Leme ao Pontal.

"Não serão permitidos cercadinhos, shows ou qualquer evento com cobrança de ingressos ao longo da orla, seja na areia ou calçadão", afirmou a refeitura.

A decisão foi tomada três dias depois de o MPF (Ministério Público Federal) ingressar com uma ação civil pública na Justiça para impedir festas particulares na orla do Rio de Janeiro na virada do ano —no início de dezembro, quiosques na orla de Copacabana estavam vendendo ingressos para festas privadas a partir de R$ 400.

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