sexta-feira, 21 de agosto de 2026

O próximo governador do Pará herdará um dos mercados de trabalho mais precários do país


Segundo a PNAD Contínua do IBGE, o Pará chega à eleição com indicadores que revelam alta informalidade, baixa proteção trabalhista e forte dependência do trabalho por conta própria. 

Os principais números

Indicador Pará Brasil

Informalidade 56,5% 37,3%

Trabalhadores por conta própria 29,9% 25,5%. O que esses dados mostram

Mais da metade dos pontos trabalhadores paraenses está na informalidade, uma das maiores taxas do país. 

Apenas 55,9% dos empregados do setor privado têm carteira assinada, bem abaixo da média nacional. Fonte IBGE.

Quase 3 em cada 10 trabalhadores vivem do trabalho por conta própria, o que evidencia a dificuldade de acesso ao emprego formal. 

Desafio para o próximo governo

Mesmo com a melhora do mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos, o Pará continua entre os estados com maior precarização do emprego. A geração de postos formais, a qualificação profissional e a diversificação da economia tendem a estar entre os principais desafios da próxima gestão estadual.

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