sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Paulo Rocha

Entrevista

Jornal Diário do Pará publica entrevista com Paulo Rocha

Origem:

Ele iniciou a entrevista falando sobre sua origem humilde como filho de um lavrador e uma professora primária, o mais velho de 17 irmãos, em Terra Alta. Em Belém estudou artes gráficas na Escola Salesiana do Trabalho e em 1982 foi eleito presidente do Sindicato dos Gráficos. No mesmo período participou do processo de organização do Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1990 foi candidato a deputado federal, sendo eleito com uma grande votação.

Senado

O deputado explicou que sua candidatura ao Senado é um caminho natural, de quem já foi deputado federal por cinco mandatos consecutivos. “Pela minha atuação como articulador e negociador, tenho um exercício político de câmara alta (Senado) pela experiência que tenho como coordenador da bancada da Amazônia. Essa experiência me qualifica para estar no Senado. Fui deputado no governo Collor, no governo Itamar, FHC e no governo Lula”.

Renúncia

Sobre sua renúncia em 2005, o deputado afirmou ter a consciência tranquila. “Eu nunca utilizei recursos públicos. Levo uma vida simples e ajudo minha família. Vivo do meu salário como de deputado federal. Eu renunciei por decisão interna do partido e dos meus apoiadores e preferi ser julgado pelo povo, que me reelegeu um dos deputados mais votados do Pará”.

Transparência

Paulo Rocha disse ainda, que é a favor da transparência política, do movimento de combate à corrupção. “Quem me conhece sabe disso. Eu quero e vou ser senador do Pará. Minha candidatura está nas ruas e sei que o povo do Pará vai me eleger senador”.

Propostas

No final da entrevista, ele apresentou suas propostas como senador. Entre as mais destacadas estão: melhoria na Infraestrutura no Estado; investimento na logística da pesca, das hidrovias e aeroportos; implantação de mais Escolas Técnicas em cada micro-região do Pará, utilizando a vocação natural local; fortalecimento a interiorização do ensino superior no Pará; criação da Universidade do Sul e Sudeste do Pará; continuidade na regularização fundiária e a Criação de um Estatuto do Meio Ambiente capaz de estabelecer o desenvolvimento sustentável local.

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