terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Mostra retrata famílias que tiveram parentes desaparecidos na ditadura

Fernando Santa Cruz (esq.), com os irmãos Ana Lucia, Ana Carolina, Marcelo e Ana Maria (embaixo). Líder estudantil e integrante da Ação Popular Marxista-Leninista, Fernando desapareceu em 1974, depois de ter sido preso pelo DOI-Codi no Rio
Os irmãos hoje, sem Fernando: Ana Lucia, Ana Carolina, Marcelo e Ana Maria (embaixo) 
Orlando René Méndez e Leticia Oliva com a filha Laura Méndez Oliva
Laura na cama, em 2006, sem os pais, desaparecidos durante a ditadura na Argentina

 

NATÁLIA PEIXOTOCOLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Reabre-se hoje a mostra Ausências Brasil, em exposição no Arquivo Público do Estado de São Paulo, que reúne fotografias de famílias brasileiras que sofreram com a perda de um parente durante a ditadura militar.
A exposição traz fotos das famílias durante o regime, ao lado de uma recriação atual da cena, feita pelo fotógrafo argentino Gustavo Germano.
O projeto começou com o retrato das famílias de vítimas da ditadura na Argentina (1976-1984) e se expandiu aos países do Cone Sul, palco da operação Condor --uma ação conjunta das ditaduras dos países da América Latina para prender seus opositores. Um dos irmãos de Germano, Eduardo, foi um dos 30 mil mortos durante o regime.
Entre os casos brasileiros, há o da família de Fernando Santa Cruz Oliveira, líder estudantil e integrante da Ação Popular Marxista-Leninista. Ele desapareceu em 1974, depois de ter sido preso pelo DOI-Codi no Rio.

Exposição Ausências Brasil

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Um comentário:

Anônimo disse...

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