De acordo com relatos, após o voto do ministro Alexandre de Moraes, ela precisou ser levada em cadeira de rodas e encaminhada para avaliação médica fora do plenário.
A mãe de Marielle, Marinete da Silva, também apresentou mal-estar anteriormente no julgamento, tendo sido atendida por brigadistas e levado-a para fora do plenário antes de voltar para acompanhar a sessão. A suspeita é de um pico de pressão arterial causado pela tensão emocional da leitura do voto. Com informações Portal Léo Dias, e Brasil de Fato

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