No Debate da TV Liberal Jatene defendeu a política de privatização, falou que os serviços da Celpa melhoraram com a privatização (11 mil interupções, segundo o Jornal Liberal). É sinal se ele ganhar adeus Cosanpa e Banpará.
Jatene Nervoso.

Ontem no Debate da TV Liberal o candidato das pegadinhas e do "enrolation" com os números, o tucano Simão Jatene (PSDB) provou do seu próprio veneno, caiu em uma pegadinha e demonstrou a falta de conhecimento dos gastos do seu governo.
Fernando Carneiro (PSOL) perguntou, se ele sabia quanto seu governo gastou com verbas de publicidade.
Jatene(PSDB) ficou nervoso, embolou a voz e falou, gastei 130 milhões.
Fernando Carneiro disse que tomou um susto, pois nos relatórios oficias da prestação de contas do Governo Jatene consta R$ 88 milhões.
Para consertar seu erro o Candidato do "enrolation" disse que já deu os números com reajuste de 2010.
Essa deu na Jugular. Aplica Jatene!

O debate de hoje entre os candidatos ao governo do estado pode ficar meio sem sal. A ausência do candidato do PSTU, Cleber Rabelo, não ajuda a democracia.
No debate da Record a participação de Cleber deu uma animada. Com seu estilo metralhadora giratória, o Pequeno Candidato do PSTU colocou Simão Jatene para gaguejar quando perguntou sobre a privatização da CELPA e para onde tinha ido o dinheiro. Jatene falou que foi para Alça Viária, mas Jorginho, do Blog na Ilharga (clique e acesse a postagem), afirma que Jatene mentiu e que o dinheiro da Alça veio do Governo Federal. Já Domingos Juvenil virou suco na mão de Cleber, Ana Júlia teve que puxar a orelha do rapaz, que acusou sua administração de entregar os hospitais a um pedófilo. Cléber não poupou nem seu colega de trincheira esquerdista, Fernando Carneiro, que foi presidente da CTBEL: alegou que ele não resolveu o problema de trânsito da capital.
Se Cleber ganhou uns votinhos no Debate da Record, ninguém sabe, mas que espantou o sono espantou. Talvez a sua ausência no debate corujão da TV Liberal leve muitos eleitores a tirarem uns bons cochilos na frente da telinha.
A matéria-prima vem da própria região, e as centenas de empregos também.


Berlinda
Favorito ao governo do Pará, o tucano Simão Jatene entrou na reta final da campanha eleitoral com um olho no eleitor e o outro nos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Está na mesa da ministra relatora Cármen Lúcia, no TSE, processo sobre violação à Lei Eleitoral durante as eleições para governador, em 2002. Apesar do espantoso atraso, pesa contra ele a acusação de abuso do poder econômico: a transferência de R$ 60 milhões em recursos para prefeitos aliados quando faltavam apenas dois meses para o dia da eleição
Fonte: Jornal O Liberal

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| Renato Rovai (editor da revista Fórum), Ubiraci Oliveira, o Bira (da CGTB), Guto (do Sindicato dos Jornalistas) e Miro (do Centro Barão de Itararé) |
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| Miro dirigiu o ato (atrás Gilmar Mauro, do MST, e ao lado Nivaldo Santana, da CTB) |
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| Cerca de 300 pessoas se apertaram no auditório do sindicato dos jornalistas |
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| Os manifestantes expressaram sua indignação contra o "denuncismo" partidarizado da mídia |
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| Luiza Erundina (ao lado Miro) fez o último discursoda noite, o mais exaltado e, claro, muito aplaudido. |
Ele iniciou a entrevista falando sobre sua origem humilde como filho de um lavrador e uma professora primária, o mais velho de 17 irmãos, em Terra Alta. Em Belém estudou artes gráficas na Escola Salesiana do Trabalho e em 1982 foi eleito presidente do Sindicato dos Gráficos. No mesmo período participou do processo de organização do Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1990 foi candidato a deputado federal, sendo eleito com uma grande votação.
Senado
O deputado explicou que sua candidatura ao Senado é um caminho natural, de quem já foi deputado federal por cinco mandatos consecutivos. “Pela minha atuação como articulador e negociador, tenho um exercício político de câmara alta (Senado) pela experiência que tenho como coordenador da bancada da Amazônia. Essa experiência me qualifica para estar no Senado. Fui deputado no governo Collor, no governo Itamar, FHC e no governo Lula”.
Renúncia
Sobre sua renúncia em 2005, o deputado afirmou ter a consciência tranquila. “Eu nunca utilizei recursos públicos. Levo uma vida simples e ajudo minha família. Vivo do meu salário como de deputado federal. Eu renunciei por decisão interna do partido e dos meus apoiadores e preferi ser julgado pelo povo, que me reelegeu um dos deputados mais votados do Pará”.
Transparência
Paulo Rocha disse ainda, que é a favor da transparência política, do movimento de combate à corrupção. “Quem me conhece sabe disso. Eu quero e vou ser senador do Pará. Minha candidatura está nas ruas e sei que o povo do Pará vai me eleger senador”.
Propostas
No final da entrevista, ele apresentou suas propostas como senador. Entre as mais destacadas estão: melhoria na Infraestrutura no Estado; investimento na logística da pesca, das hidrovias e aeroportos; implantação de mais Escolas Técnicas em cada micro-região do Pará, utilizando a vocação natural local; fortalecimento a interiorização do ensino superior no Pará; criação da Universidade do Sul e Sudeste do Pará; continuidade na regularização fundiária e a Criação de um Estatuto do Meio Ambiente capaz de estabelecer o desenvolvimento sustentável local.

As liberdades de expressão e de informação são direitos humanos fundamentais que foram insculpidos na nossa Carta Magna – uma conquista de toda a sociedade brasileira, fruto da resistência e do ativismo históricos dos movimentos sociais que lutam em defesa da democratização da comunicação no país. No entanto, esses direitos têm sido exercidos com exclusividade pelo PIG*. Como e quando essa realidade vai mudar? O voto é apenas o começo.
Há anos, centenas de organizações populares e não governamentais lutam para democratizar os meios de comunicação no Brasil. Nas gavetas do ministério das Comunicações “dormem” mais de duas dezenas de milhares de pedidos de outorga de rádios comunitárias. Até hoje, somente 3.308 rádios comunitárias foram autorizadas; outras 26 mil aguardam a liberação. No entanto, o número de emissoras AM e FM no Brasil é de cerca de 10 mil e nem todas estão regularizadas, muitas funcionam sem a devida renovação.
Os interesses dos grandes grupos de mídia, concentrados em mãos de apenas nove famílias, têm prevalecido historicamente no país. Nesse último período, eles foram priorizados pelo então ministro Hélio Costa, que atuou dentro do atual governo como representante dos radiodifusores comerciais no Brasil, e pela Anatel, que tem sistematicamente ignorado as irregularidades das emissoras comerciais e servido de instrumento de repressão às rádios comunitárias.
A garantia do cumprimento do dispositivo constitucional que assegura a todos e por quaisquer meios e formas o exercício das liberdades de expressão e informação só tem valido para o PIG. Quando a regulamentação dos Arts. 220 e 221 da CF é cobrada pelos movimentos sociais através de uma conferência nacional da qual os associados do PIG se negaram a participar, os seus porta-vozes se insurgem.
Todos sabemos, a imprensa no Brasil goza de liberdade até para mentir, distorcer, manipular e partidarizar as informações. Nos últimos anos os editores e asseclas do PIG têm intensificado o seu trabalho sujo de criar factóides e manipular fatos para tirar proveito político para os seus patrões e para os seus representantes nos legislativos ou nos executivos.
Em artigo no Observatório da Imprensa, Washington Araújo afirma: “Dia sim e dia não também, incluindo telejornais noturnos e madrugadeiros, somos bombardeados aos longos das semanas, meses e anos com a mais ampla liberdade de expressão. É sob a égide dessa preciosa liberdade que proliferam os insultos de baixo e alto calados”.
A prática é costumeira. Orquestram uma pauta comum e replicam entre si as manchetes de seus associados ("Veja", Estadão, Folha, Globo e Época...). O sistemático sincronismo denuncista sempre às vésperas das eleições mereceu críticas do El País. Nessa hora, a concorrência é esquecida em nome de uma "causa" muito maior para eles: a possibilidade de manipular a opinião pública para garantir-lhes a hegemonia de um pensamento monocórdico, a concentração de riqueza e o poder do seu estamento (na definição de Weber).
Os porta-vozes do PIG gozam de espaços diários para deitarem falações contra os seus inimigos de classe. Esses falsos jornalistas, usurpando as funções de promotores e juízes, ao mesmo tempo acusam e julgam sumariamente todos os que contrariam os interesses seus patrões. As provas, a checagem dos dados, bem, eles não precisam apresentar! Bastam as “oportunas” acusações de suas desqualificadas fontes e pronto. Agem como moleques diante de um oponente em briga de rua, valendo-se do ditado, quem bate primeiro, ganha. O que importa é atacar, bater, achacar contra a honra e a imagem de quem “ameace” os seus interesses.
“Como o destempero verbal (e escrito), o ataque infamante – quando não apenas calunioso – busca a cabal sujeição de suas vítimas à mais completa impotência ante o formidável aparato de comunicação com suas sentenças formadas antes mesmo de o crime haver sido pensado. Sentença que será repercutida por seus pares à exaustão, dando assim ares de legitimidade ao que não passa de mera luta para manter seu poder nas auriverdes esferas da política e da economia”, afirma Washington Araújo, no Observatório da Imprensa.
Amparados na garantia constitucional para exercer a liberdade de expressão, extrapolam, exorbitam de suas funções de forma irresponsável, certos de que qualquer reação em contrário por parte de suas vítimas será fácil e rapidamente rechaçada pela sua “turma”, acusando-as de querer controlar a imprensa.
Paradoxalmente, os asseclas do PIG são céleres em invocar as prerrogativas constitucionais para o exercício da liberdade de expressão e informação, mas apenas em favor dos interesses de seus “donos”. São covardes, por isso mesmo, capazes de adotar a autocensura como mecanismo de subserviência e sobrevivência profissionais, escrevendo ou falando aquilo que agrada aos seus chefes.
São levianos, pretensos formadores de opinião, que no passado recente se calaram ante as denúncias de irregularidades e corrupção nos dois governos de FHC. Naquele período, os algozes do atual governo colocavam o rabo entre as pernas e usavam a língua para lamber as botas do príncipe de Alexandria.
As denúncias de malversação do dinheiro público, da transferência do patrimônio público para o privado no “limite da irresponsabilidade” como admitiu o presidente do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio Oliveira – o arrecadador de dinheiro dos tucanos –, em conversa com o ministro do BNDES Luís Carlos Mendonça de Barros, a relação “incestuosa” entre um presidente da República e uma jornalista do maior conglomerado de mídia do país, sempre foram ignoradas e até amparadas.
Da compra de votos de parlamentares pelo governo FHC, para garantir a aprovação da sua reeleição (cada vota vendido por R$ 200 mil), ao crime de lesa pátria praticado durante o processo de privatização do Sistema Telebras, entregue por 22 bi, e da Vale, doada por R$3 bi – hoje a empresa está avaliada em R$ 600 bi –, nada disso, no entanto, foi capaz de indignar ou de merecer a condenação dos falso-moralistas Arnaldo Jabot, Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes, Miriam Leitão, Dora Kramer e outros.
O que interessa a esses assessores do PIG é a defesa da manutenção do status quo, porque, assim, ao garantirem os interesses dos seus patrões, também estarão preservando os seus empregos. Às favas, o estado democrático de direito, o respeito à dignidade, à honra e à imagem daqueles que não rezam na cartilha do PIG.
Para tentar recuperar o poder central e comandar por dentro e através dele os destinos do país, todos esses capachos perfilam-se em defesa de uma candidatura que se lhes apresenta como uma “tábua de salvação” para os seus interesses e, unanimemente, alimentam a mentira gestada nos “aquários”, afirmando que a democracia corre risco ante a “iminente ameaça” de censura da imprensa.
Até quando a sociedade brasileira vai aceitar passivamente que umas poucas famílias exerçam o controle dos meios de comunicação do país e, sob pretexto de defender a liberdade de imprensa, manipulem, distorçam e partidarizem a informação, assumindo um lugar acima do bem e do mal, abaixo apenas do “Deus” mercado? Quando é que a sociedade civil organizada vai se apropriar dos meios de comunicação para poder exercer, igualmente, o direito constitucional de livre expressão e informação assegurado a todos? O voto nessas eleições é apenas o começo. Dilma, presidente! Wagner, governador! E uma bancada democrática, popular e de esquerda na Assembléia e no Congresso Nacional.
O baiano Carlos Rabelo é Radialista e luta em defesa da democratização da comunicação