domingo, 11 de janeiro de 2026

Atraso: oligarquias políticas familiares detiveram e ainda detêm poder no Brasil


No Brasil, oligarquias políticas e famílias tradicionais tiveram — e ainda têm — papel central no exercício do poder, especialmente em contextos de patrimonialismo, clientelismo e coronelismo. 

Embora a redemocratização e o sistema eleitoral tenham ampliado a participação política, não eliminaram a reprodução familiar do poder, que se adaptou às regras democráticas por meio de partidos, coligações, controle econômico e influência midiática.

A seguir, apresenta-se um quadro das principais famílias que detiveram e/ou ainda detêm poder político relevante nos estados brasileiros, sem pretensão de exaustividade.

 Quadro das principais oligarquias e famílias políticas por estado

Região Norte

Pará – Barbalho

Amazonas – Braga, Saad, Melo

Acre – Viana

Rondônia – Cassol

Roraima – Jucá

Amapá – Capiberibe

Tocantins – Siqueira Campos

Região Nordeste

Maranhão – Sarney

Bahia – Magalhães (ACM)

Ceará – Gomes, Ferreira Gomes

Pernambuco – Arraes/Campos

Alagoas – Calheiros, Collor

Paraíba – Cunha Lima

Rio Grande do Norte – Alves, Maia

Sergipe – Franco, Valadares

Piauí – Portella, Dias

Região Centro-Oeste

Goiás – Caiado

Mato Grosso – Maggi

Mato Grosso do Sul – Trad, Puccinelli

Distrito Federal – Roriz

Região Sudeste

Minas Gerais – Neves, Andrada, Pimentel

São Paulo – Covas, Quércia, Maluf

Rio de Janeiro – Garotinho, Picciani

Espírito Santo – Hartung

Região Sul

Paraná – Richa, Requião

Santa Catarina – Bornhausen, Amin

Rio Grande do Sul – Brizola, Dutra, Simon

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